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- Hoje vai ser a última aula.
- Vamos inicar a aula relembrando algumas datas importantes:
- 1° dia: 18/12 prova 2 + entrega do tp2
- 2° dia: 27/12 - exame especial.
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- Prova 2 vai cair:
- - Prob. de fluxo em redes:
- (Caminho Mínimo, Transporte, Fluxo Máximo, Arvore Geradoras)
- - Decomposição de Dantzig Wolf.
- - Programação Inteira.
- (Branch-and-bound, Planos de Corte, Relaxação Lagrangiana)
- // Nota o professor não disponibilizará mais o estudo dirigido.
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- Suponha o problema:
- para monitorar o clima de uma floresta, mantenho alguns sensores pela região da floresta.
- Eles são pequenos e com baixa capacidade de processamento.
- Eles podem se comunicar para dar saída para as informações.
- Porém podem operar por tempo limitado antes de parar para recarregar com energia solar.
- Assim é preciso tranferir os dados calculados para o gate-way de saida de dados da floresta.
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- A comunicação é via wireless e gasta energia proporcional a quantidade de energia.
- A sensorização também gasta.
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- Hop-constrained Minimal Spawning Tree (to em dúvida sobre a palavra do meio)
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- Suponha um sorvedor (ou mais), um robozinho que caminha pela região coletando informações dos sensores.
- A vantagem dessa nova estrutura é economizar a energia dos sensores, já que um sensor só precisa gastar sua energia para transmitir seus próprios dados.
- A desvantagem desse sistema é o delay de envio das informações.
- Esse é um problema de roteamento de veículos.
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- Para minímizar o delay, gostariamos que o caminho dos robôs fossem menores.
- Para fazer isso podemos assumir que basta um robo passar perto de um sensor e receber as informações via wireless.
- Em outras palavras, para atender todos os nós precisamos que em cada vizinhança de sensores, haja ao menos uma visita de um robo em um dos nós.
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- Do ponto de vista dessa rede é vantagem as rotas terem percursos de comprimento aproximadamente igual.
- O motivo é que se um robô chegar muito antes do outro, ele ainda vai ter que esperar pelo outro para fazer a avaliação global da floresta.
- Assim nosso objetivo é minímizar a distancia do percurso mais longo.
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- Problema do roteamento de veículos Min-Max seletivo.
- 1) Dispomos de K veículos.
- 2) G = (V,E)
- há um custo cij relacionado a cada aresta desse grafo (que é a distancia).
- 3) O raio máximo de comunicação é predefinido no problema.
- Vamos definir as vizinhanças de i dentro do raio r como w(i)
- Hipótese:
- Distâncias satisfazem as desigualdades triangulares:
- Em palavras mais simples, não queremos distancias impossíveis:
- 1) Uma aresta de um triangulo tem sempre de ser menor que a soma das outras duas arestas (ao menos no mundo real)
- 2) O caminho de ida tem de ter o mesmo comprimento do caminho de volta.
- 3) O caminho de i para i tem que ser igual à 0.
- Objetivo:
- K rotas, uma para cada veículo de forma que todo vertice seja vizitado ou vizinho de um vertice visitado.
- Dentre as rotas possíveis, desejamos minimizar a rota de máximo comprimento.
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- Modelo Matemático:
- Variáveis de Decisão:
- xk-ij vai ser uma variável binária que diz se o veículo k passa pela aresta ij.
- yk-i também binária indica se o robo k visitou o vertice i.
- temos também uma variável w que corresponde ao comprimento da rota mais longa.
- ð(i) - conjunto de arestas incidentes à i.
- Restrições:
- Restrição de entrada e saída de cada vertice.
- sum xk-ij = 2yk-i para todo i e k.
- ((i,j)€ð(i))
- Restrição de cobertura de todos os vertices:
- sum sum yk-j >= 1, para todo i
- (k=1,K) (j€w(1))
- Por fim temos de garantir que w seja o comprimento da maior rota:
- w >= sum dij xk-ij, para todo k.
- {i,j}€E
- Restrição de que dois robos não podem visitar o mesmo nó:
- sum yk-i <= 1, para todo i € V
- (k=1,K)
- Restrição de que todas as rotas tem de passar no vertice 0 que é o gate-way de saida de dados.
- Restrição de que para cada sub-conjunto de vertices, deve haver duas arestas (uma de entrada e uma de saida)
- sum xk-ij >= 2yk-i
- {i,j}€ð((w)
- Para 0 € w
- ¯w != ø
- i € ¯w
- para todo k=1,K
- onde ¯w é o conjunto disjunto de w.
- // Fim da formulação matemática.
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- Vamos sugerir uma relaxação linear:
- Vamos relaxar as restrições:
- xk-ij € {0,1} vira-> 0 <= xk-ij <= 1
- yk-i € {0,1} vira-> 0 <= yk-i <= 1
- O nosso último problema é a última restrição (a de planos de corte ter um número par).
- Ela tem um número de restrições exponencial.
- Se removermos essa última restrição temos um problema mais viável.
- A solução dele seria: (x*,y*,w*) onde x* e y* são vetores e w um escalar com o valor máximo.
- Recuperando o prob. original:
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- Problema de precificação:
- Existe um subconjunto de vertices que infrinja a restrição de corte que despresamos?
- fixando o k:
- O professor calcula o fluxo máximo entre a origem, e todos os nós.
- Quando encontramos a resposta do fluxo máximo, temos também o problema do corte mínimo.
- Se o corte mínimo for <= 2yk-i significa que encontramos um contra exemplo infringindo a restrição de corte.
- Então basta adicionar essa restrição infringida no problema.
- (note que a restrição de corte na verdade são um número enorme de restrições)
- Repita o processo até que não haja mais corte mínimo <= 2yk-i
- E note que isso é a geração de colunas para o problema dual.
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- // Fim da aula!
- // Fim do curso!
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