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- NOTAÇÃO Pessoal (é mais fácil de digitar):
- - y´t = dy/dt
- - y´´t = d²y/dt²
- - y´10´t = d¹⁰y/dt¹⁰
- - y´n´t = d^ny/d t^n
- - int(a,b) f(x) = integral de a até b de f(x)
- - int f(x) = integral de f(x)
- - i,j,k são os 3 vetores unitários no sentido x,y e z.
- - v> indica que v é um vetor (é como a setinha encima do v).
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- O professor Gastão esta de viagem, então um professor temporário esta nos dando essa e a próxima aula.
- (eu devia ter perguntado o nome dele :D, esqueci... =P)
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- Método da Variação dos parâmetros.
- Para EDOs da forma:
- (1) y'' + p y' + q y = g
- esse método é semelhante ao que aprendemos na ultima aula porém mais geral.
- Na ultima aula estudamos como chutar uma solução para a EDO e testar por substituição para quando g(t) tinha a forma de seno, cosseno, polinomial, exponencial etc.
- Nessa aula vamos expandir esse método para um metodo mais geral aceitando qualquer valor de g(t) onde ele seja continuo.
- Lembram-se da solução geral das EDOs homogeneas?
- y3 = c1 y1 + c2 y2
- Vamos tentar um método analogo a este, onde sabendo as soluções y1 e y2 da homogenea associada determinamos duas novas funções da forma:
- x1 = m1(t) y1(t)
- x2 = m2(t) y2(t)
- E onde x3 sendo a solução da equação não homogenea seria:
- (2) x3 = x1(t) + x2(t)
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- Se eu substituir (2) em (1) (obviamente substituindo x3 em y)
- Tenho (atravez de uma algebra):
- [m1'y1 + m2'y2]' + [m1'y1 + m2'y2] + [m1' y1' + m2' y2'] = g
- Já que eu posso e scolher os valores de m1 e m2, vamos determinar que o valor escolhido é tal que:
- m1'y1 + m2'y2 = 0
- Isso simplifica nossa vida porque a formula acima fica bem mais simples:
- m1' y1' + m2' y2' = g
- Temos agora um sistema com duas equações:
- { m1'y1 + m2'y2 = 0
- { m1'y1' + m2'y2' = g
- Na forma matricial fica:
- | y1 y2 | | m1'| | 0 |
- | y1' y2'| | m2'| = | g |
- // (Note que a matriz da esquerda é a mesma matriz da qual nós tiramos o determinante no wronskiano)
- Resolvendo o sistema temos:
- m1(t) = - int y2 g /( y1 y2' - y1' y2 ) dt + c1
- m2(t) = int y1 g /( y1 y2' - y1' y2 ) dt + c2
- Lembrando da formula que soluciona a não homogenea:
- y3 = m1 y1 + m2 y2
- Subtituindo tenho:
- y3 = - y1 int y2 g /( y1 y2' - y1' y2 ) dt + y2 int y1 g /( y1 y2' - y1' y2 ) dt + c2
- E essa é uma solução particular da não-homogenea.
- Agora note um macete para se encontrar a geral da não-homogenea.
- Se tenho yh sendo a sol. geral da homogenea e somo com y3 também será solução da não-homogenea
- O motivo é que é quase como se eu estivesse somando "0" já que quando a substitui-se na EDO original,
- os termos que são solução da homogenea vão se anular mutuamente =P.
- Assim perceba que posso escrever uma solução mais geral da não-homogenea na forma:
- Y3 = yh + y3 = [c1 y1 + c2 y2] + - y1 int y2 g /( y1 y2' - y1' y2 ) dt + y2 int y1 g /( y1 y2' - y1' y2 ) dt + c2
- Por fim note que (y1 y2' - y1' y2) é a solução do Wronskiano =P.
- As vezes voce pode ver essa mesma formula acima escrita na forma:
- Y3 = yh + y3 = [c1 y1 + c2 y2] + - y1 int y2 g / W(y1, y2) dt + y2 int y1 g / W(y1, y2) dt + c2
- Que é a mesma coisa onde W(X, Y) indica o wronskiano entre as soluções X e Y, só uma substituição.
- E assim está explicado o método de variação de parametros para se encontrar solução para EDOs Linares de 2° Ordem, não-homogeneas =].
- Então note que a idéia é básicamente solucionar os valores de m1 e m2 e já se tem a solução geral =].
- O problema mesmo é só essas duas integrais.
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- Seguiu-se um exercicio, não anotei, vou prestar atenção na aula pra alcançar o professor.
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- Exercicio:
- Seja uma bolinha de massa m pendurada em uam massa de coeficiente elastico k:
- No ponto de equilibrio temos as seguintes forças:
- A força da gravidade Fg = m g
- A força da mola Fm = k l
- onde l é a distensão da mola em reação ao peso da bolinha.
- E sabemos que como isso é um ponto de equilibrio as duas forças devem ser iguais:
- Fm = Fg
- m g = k l
- Agora considere que puxamos a bolinha para baixo uma distancia s, para forçar a mola a oscilar.
- A nova força da mola é:
- Fm = k ( l + s )
- Temos agora também a resistencia seja do ar ou qualquer coisa que amortece o movimento:
- Fa (t) = -ð s' (t)
- Se a é a aceleração sabemos que s'' é = a (a variação da distancia é a velocidade, a variação da velocidade é aceleração)
- Assim podemos cálcular que a força de frenagem R é:
- R = m a = m s''(t) = w + Fm + Fa + Força_Externa_Qualquer
- Ou simplificando e chamando a força externa de F temos:
- m s'' = w + Fm + Fa + F
- Fazendo as substituições adequadas de Fm e Fa e colocando a equação no formato:
- y'' + p y' + q y = g
- Temos:
- m s'' + ð s' + k s = F(t)
- Note que pra ficar perfeitamente no formato teriamos de dividir tudo por m, mas deu pra entender a idéia.
- É sobre esse sistema massa-mola que vamos estudar.
- Normalmente teremos condições iniciais da forma:
- S(0) = S0, S'(0) = V0
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- Agora um exercicio de verdade com base no modelo acima:
- Vibrações Livres não Amortecidas
- Note que o titulo diz que é Livre => F(t) = 0, e que é não amortecido => ð = 0
- =], agora podemos começar a trablhar já sabendo que o formato da EDO é:
- m s'' + 0 s' + k s = 0
- Uma EDO homogenea e com sem o termo s':
- m s'' + k s = 0
- A solução para essa EDO é feita pelo método da equação caracteristica:
- Supondo e^(rt) como solução vamos encontrar a equação:
- m r² + k = 0
- E é fácil ver que as duas raizes de r são: +- raiz( k/m )
- E portanto as soluções y1 e y2 são:
- y1 = e^( raiz(k/m) t) e y2 = e^( -raiz(k/m) t)
- Sendo a sol. Geral:
- y3 = c1 e^( raiz(k/m) t) + c2 e^(-raiz(k/m) t)
- O professor falou sobre como entender as soluções na forma de senos e cossenos.
- Explicou como o cos(r t - C) seria entendido de forma que quanto maior r menor
- o periodo da oscilação, e que C causa apenas um deslocamento no eixo x dessa vibração
- // Esse C acho que era uma variável conhecia como ð ou k mas eu não copiei a tempo =P
- r = frequencia natural
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- Seguiu um outro exemplo com uma vibração livre amortecida (ou seja ð != 0, mas F ainda = 0)
- Dessa vez ao descobrirmos as raizes da eq. caracteristica tivemos de considerar os 3 casos:
- <delta> > 0
- <delta> = 0
- <delta> < 0
- O professor mostrou que independente do caso, a oscilação s tende a 0 quando t tende a infinito, o que é bem o esperado se pensarmos bem.
- Nesse exemplo o professor mostrou que quando há amortecimento o valor da "frequencia natural" acaba por ser um pouco diferente da frequencia natural
- E chamamos ela então de:
- µ = quase frequencia
- e com base nela podemos calcular o periodo equivalente:
- T = 2 pi/µ = quase periodo
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- No terceiro exemplo ele mostrou Vibrações Forçadas (F(t) != 0) com amortecimento (ð!=0)
- Primeiramente teremos de solucionar um problema sem força externa ou seja a homogenea associada.
- m s'' + ð s' + k s = 0
- Lembrando do formato da solução geral das não homogeneas:
- s(t) = [c1 s1 + c2 s2] + A cos (w t) + B sen (w t)
- a parte da esquerda é a solução da homogenea, que já resolvemos no último exercicio.
- Vamos estudar o efeito do resto da equação no movimento.
- Quando a frequencia dessa parte da equação bate com a frequencia natural do seu sistema e o amortecimento é baixo,
- voce aumenta a amplitude da vibração até a mola quebrar.
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- // Fim da aula
- // Terça é aula de exercicios.
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