VinBR

PO - 09/10/2012

May 28th, 2013
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  1. # # # # # # # # # # # # #
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  6.  
  7. Data da prova 1 foi adiada:
  8.  
  9. Prova 1 PO dia 23/10/12
  10. A materia vai até análise de sensibilidade.
  11.  
  12. * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *
  13.  
  14. Última coisa à falar sobre Análise de Sensibilidade.
  15.  
  16. Vamos falar agora do método Dual-Simplex
  17.  
  18. Vamos colocar um exemplo para ilustrar o Dual-Simplex:
  19.  
  20. x1 = -4 + 3 x2 - 11 x4 + x5
  21. x3 = 3 - x2 + 3 x4 - 2 x5
  22.  
  23. max t = 12 - 4 x2 - x4 - x5
  24.  
  25. x1,x2,x3,x4,x5 >= 0
  26.  
  27. Base viável para o dual, porque os coeficientes são negativos.
  28. (note que coeficientes negativos + solução viável => sol. otima => dual viável e ótimo)
  29. (no caso temos apenas coef. negativos => base dual viável)
  30.  
  31. Porém é inviável para o primal porque o -4 infringe a restrição 1
  32.  
  33. Como torna-la viável?
  34.  
  35. Vamos tentar forçar o pivoteamento tirando x1 da base e introduzindo uma não básica cujo crescimento faça crescer x1.
  36.  
  37. Para isso temos duas alternativas:
  38. Ou x2 entra na base,
  39. Ou x5 entra na base.
  40.  
  41. Porém no método dual simplex também queremos garantir a viabilidade do dual.
  42.  
  43. Ou seja nossa modificação não pode gerar coeficientes positivos no objetivo!
  44.  
  45. Dessa forma temos de estudar os efeitos de colocar x2 ou x5 na base para ver se um deles preservará a viabilidade no dual.
  46.  
  47. Suponha que trocaremos x2:
  48.  
  49. x2 = 4/3 + 1/3 x1 + 11/3 x4 - 1/3 x5
  50.  
  51. max z = 20/3 - 4/3 x1 - 47/3 x4 + 1/3 x5
  52.  
  53. Agora note que o coeficiente de x5 está positivo infringindo a restrição de otimalidade.
  54. Do ponto de vista do dual isso implica em não viabilidade. Ou seja foi infringido o que queriamos evitar.
  55.  
  56. Vamos supor então a troca de x5:
  57.  
  58. x5 = 4 + x1 - 3 x2 + 11 x4
  59.  
  60. max z = 8 - x2 - 15x4 - x1
  61.  
  62. Essa operação é portanto dual-viável.
  63.  
  64. Vamos então definir esse nosso teste da razão inverso:
  65.  
  66. CONCEITO:
  67. Teste da razão do dual-simplex.
  68.  
  69. Seja j o indice da variável básica que está infringindo a regra e deve portanto sair da base. (logo xj <= 0)
  70.  
  71. Queremos encontrar o indice i da variável não básica que entrará na base.
  72.  
  73. xi deve aproximar a restrição de xj da viábilidade a medida que crescer.
  74. de forma que sua troca nos ajude a resolver o problema.
  75.  
  76. Como estamos falando do método dual simplex.
  77. Caso exista mais de uma opção devemos colocar na base o xi que ao ser trocado não afetará a viabilidade da base.
  78.  
  79. Lembrando que a condição de viabilidade do dual é a condição de otimalidade do primal, ou seja os coeficientes negativos no objetivo.
  80.  
  81. NOTA: O que acontece se nenhuma das opções xi garantir a viabilidade do dual?
  82. Significa que a troca não pode ser feita para viabilizar o primal, logo o primal é inviável. E o dual é vial ilimitado.
  83. Essa conclusão é importante pois é um atalho para detectar problemas inviáveis.
  84.  
  85. * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *
  86.  
  87. Decomposição de Dantzig Wolfe.
  88.  
  89. CONCEITO:
  90. Direção:
  91.  
  92. Ou seja uma direção nesse contexto é uma direção tal
  93. se eu arrastar um ponto viável qualquer do poliedro nessa direção e sentido ele sempre permanescerá no poliedro.
  94. ou seja isso só vale para poliedros ilimitados.
  95.  
  96. Politopo = poliedro não ilimitado.
  97. Poliedro pode ser ou não ilimitado.
  98.  
  99. CONCEITO:
  100. Direção extrema:
  101.  
  102. É uma direção como descrita acima.
  103. Porém tem uma característica a mais:
  104. É uma direção tal que para qualquer lambda > 0 n-1 (mesmas) restrições li são justas em ( ~x + xd)
  105. (~x é um ponto do poliedro)
  106.  
  107. Falando em portugues:
  108. São as direções paralelas à uma das faces do poliedro.
  109. (para que complicar tanto)
  110.  
  111. Assim como os pontos extremos as direções extremas são tais que combinadas geram quaisquer outras direções do poliedro.
  112.  
  113. - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
  114.  
  115. Teorema: Seja P um poliedro na forma padrão.
  116.  
  117. Considere os pontos extremos desse poliedro denotados por xj.
  118. Considere as direções extremadas desse poledro denotadas por dj.
  119.  
  120. Vamos chamar o primeiro conjunto de R e o segundo de D,
  121. ou seja xj € R, e dj € D para todo j.
  122.  
  123. // D pode ser vazio, basta o poliedro ser um politopo.
  124. //
  125. // R só será vazio em um único caso, é quando ele é formado por duas retas paralelas, e nada mais.
  126. // Estamos desconsiderando essa possibilidade.
  127.  
  128. Então qualquer x em P pode ser escrito como
  129. É fácil ver que qualquer ponto de P pode ser escrito como:
  130.  
  131. "combinação convexa dos xj" + "Combinação linear dos dj"
  132.  
  133. // (Note que a diferença entre combinação convexa e linear é que
  134. // na primeira delas a soma dos coeficientes é 1)
  135.  
  136. ou formalmente:
  137.  
  138. x = sum (j€R) lambdaj * xj + sum(j€D) tetaj * dj
  139.  
  140. sum(j€R) lambdaj = 1
  141.  
  142. lambdaj, tetaj >= 0
  143.  
  144. Em outras palavras, qualquer ponto pode ser obtido com base em um ponto
  145. da combinação convexa de xj, arrastado por uma direção d formada pela combinação dos dj.
  146.  
  147. - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
  148.  
  149. Pode-se definir um politopo com base nas combinações linares convexas de seus pontos extremos.
  150.  
  151. Em um poliedro ilimitado isso pode se tornar um problema, pois essa combinação convexa não é suficiente.
  152. Para isso utiliza-se as direções extremas.
  153.  
  154. Combinando as direções extremas de um poliedro ilimitado pode-se gerar qualquer outra direção do poliedro.
  155. E arrastando-se os pontos extremos com base nestas direções pode-se gerar todo o espaço do poliedro ilimitado.
  156.  
  157. * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *
  158.  
  159. Por fim, o professor apresentou uma nova forma de escrever um problema de PL,
  160. que na próxima aula será usado juntamente com os conjunto de xj e dj:
  161.  
  162. max cTx
  163.  
  164. Ex = e
  165. Ax = b
  166.  
  167. x >= 0
  168.  
  169. O que foi feito foi dividir as restrições entre dois grupos.
  170.  
  171. Temos o grupo Ex, e o grupo Ax
  172.  
  173. O grupo Ax é o grupo de restrições básicas.
  174.  
  175. Ex é o grupo de restrições adicionais.
  176. // Até onde entendi qual restrição é básica e qual é adicional é uma decisão arbitrária
  177. // o ganho é em custo computacional (voce tenta ignorar as extras a maior parte do tempo)
  178.  
  179. O professor disse que depois vai ficar claro do porque essa divisão é interessante.
  180.  
  181. * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *
  182.  
  183. // Fim da aula!
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