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- Notações:
- Vetores:
- V> = vetor V.
- a>.b> = multiplicação escalar
- a>*b> = multiplicação vetorial
- a>×b> = multiplicação vetorial também.
- |d>| modulo escalar de um vetor, ou seja seu comprimento.
- se existe um vetor d>, d pode ser entendido como |d>|.
- i>, j>, k> = vetores unitários nos sentidos x,y e z respectivamente.
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- // Revisões de formulas:
- Cálculo de campo magnético
- B> = k° int I dr>×d>/d³
- - k° = M0/4pi
- - dr> = derivada do vetor caminho que descreve o fio.
- - d> é o vetor distancia entre dr> e a posição onde se mede o campo magnético.
- O nome disso acima é Lei de Biot-Savart.
- Momento Magnético:
- M> = I A n>
- - A é a área da dentro do fio circular.
- - n> é o vetor normal unitário a essa área.
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- Exercicio do
- Fio reto infinito de corrente I dado na última aula:
- O modulo do campo gerado é:
- |B| = M0I/(2piR)
- // O professor ainda não resolveu
- // Ele irá resolver usando a lei de ampere que é descrita abaixo:
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- CONCEITO:
- Lei de Ampére:
- Seja um circuito fechado e circular C descrito pelo vetor caminho l>. E uma corrente I que passa bem no meio desse circuito.
- Se integrarmos o campo B para cada dl>, ele será igual a M0 * I.
- int B>*dl> = M0 I
- Agora para um caso mais generico, se a corrente não passar bem no meio, ou se o fio não formar um circulo,
- a multiplicação escalar torna essa igualdade verdade veja:
- int B>.dl> = M0 I
- Note que uma vez que esse circuito está ao redor de um fio que gera campo magnético,
- é possível que ele desenvolva corrente, mesmo ele sendo um circuito fechado.
- Agora sabendo essa fórmula, podemos resolver o problema de descobrir o campo magnetico em um ponto P. ao redor de um fio infinito de corrente B.
- se imaginarmos um fio circular a o redor do fio passando pelo ponto P B vai ser constante na integral. e a multiplicação escalar terá cosseno = 1
- então:
- int B>.dl> = B int dl = M0 I
- integrando dl temos: 2 pi R
- e isolando B temos:
- B = M0 I / ( 2 pi R )
- Easy não?, teria como fazer esse cálculo sem isso, mas daria mto trabalho.
- Note que isso é parecido com a lei de gauss, onde criamos uma superficie gaussiana.
- porém nesse caso criamos um circulo e não uma esfera por assim dizer.
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- Solenóide
- // O professor desenhou um fio em espiral enrrolado em um cilindro,
- // onde as duas pontas do fio saíam seguindo a tangente do cilindro, e tinha uma diferença de altura h.
- ____ -> (acreditem isso é um cilindro)
- ---entrada do fio---->-/ \
- \____/
- | <- | altura h
- | <- |
- | <- | e tem um fio enrolado ao redor dele em espiral (nao me peçam pra desenhar melhor que isso)
- | <- |
- ---saida do fio------<----__/
- // Esse fio dá N voltas, e está enrrolado em sentido horário se voce olhar de cima para baixo.
- Nota: Um fio gera pouco campo, enrrola-lo dessa forma é um modo de unificar o campo de vários fios gerando um super campo dentro do cilindro.
- No fim voce tem um campo N vezes mais forte.
- CONCEITO:
- Um solenóide é um dispositivo que gera um campo magnético direcionado.
- // Agora o professor adicionou uma corrente ao fio de cima para baixo.
- Desenhando um corte longitudinal (vertical) do cilindro, e mostrando os campos gerados por cada parte do fio,
- o professor demonstrou que dentro do cilindro o campo magnético de cada fio se somam.
- formando um campo quase reto, para baixo dentro do cilindro e para cima fora dele.
- As linhas de força desse modelo saem pela base do cilindro dão uma volta larga ao redor do solenoide e entram pela boca de cima.
- Então perceba que a parte interna do cilindro tem uma alta concentração de linhas de força.
- Suponha que desejamos encontrar o campo em um ponto P dentro do cilindro.
- Vamos usar a lei de ampere também, mas assim precisaremos de um caminho fechado onde o campo seja constante.
- Para isso o professor sugeriu que nosso circuito fechado passará verticalmente decendo dentro do cilindro,
- sairá pela parede dele subirá verticalmente também e entrará novamente pela parede.
- Devido a multiplicação escalar: int B>.dl>, sabemos que a integral nas partes horizontais do fio é = 0.
- E o campo fora do cilindro é muito mais fraco que o de dentro. O professor nós assegurou que
- podemos considerar a integral do campo sobre o fio vertical externo ao cilindro dezpresível.
- Sabemos que B é constante dentro do cilindro, é 0 nas partes horizontais do circuito, e é despresível do lado de fora do cilindro.
- assim, a conta fica:
- int(vertical dentro) B.dl + 2 int(horizontais) B.dl + int(vertical externa) B.dl
- mas sendo os dois últimos ou 0 ou despresíveis temos:
- int(vertical dentro) B.dl = M0 I
- onde B é constante e pode ser retirado da integral:
- B int(vertical dentro) dl = M0 I
- Vamos chamar o comprimento do circuito "vertical dentro" do cilindro de l assim temos:
- B int(0,l) dl = M0I
- B l = M0 I
- B = M0 I / l (1)
- Agora lembrando que essa formula vale para um unico fio passando por dentro do circuito,
- nós precisamos lembrar que a espiral passa várias vezes por dentro dessa área do circuito.
- O número de vezes que ela passa é uma regra de 3: Se na altura h temos N voltas na altura l temos X voltas:
- N/h = X/l => X = N l / h
- Substituindo isso na formula (1) l corta com l e fica:
- B = M0 I N/h
- // Supondo um problema em que voce tem camadas de fios enrroladas ao redor do cilindro, voce tem que multiplicar essa resposta pelo número de camadas.
- // Note que assim quanto mais fios voce enrrolar ao redor do cilindro maior seu campo.
- // Porque o campo não somos capazes de fazer um campo infinito? por problemas de espaço e de refrigeração.
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- Explicando um transformador.
- Voce coloca um fio ligado em 110 fazendo um solenoide, e outro solenoide com o fio que voce quer que tenha 110, mas está 220.
- E coloca uma aste de metal que passa pelo meio dos dois solenoides.
- Como o M de metal é muito maior que o M0, o campo não se espalha mais, e fica contido no metal e induz no outro solenoide ter a mesma corrente.
- // Essa explicação ficou mais ou menos, o professor explicou melhor. Mas isso é o que converte uma corrente de 220 para 110, e vice-versa.
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- Eletrostática e Magnetostática:
- lei de gauss:
- int E>.da> = q/€0
- lei de ampere:
- int B>.dl> = M0 I
- E se eu misturar as duas idéias?
- (1) int B>.da> = 0, pois da> seria sempre perpendicular a B> se a superficie fosse um cilindro,
- e nos demais casos, o fluxo de saida seria igual ao de entrada.
- (2) int E>.dl> = 0, pois dl> seria sempre perpendicular a E> se o circuito fosse um circulo,
- e nos demais casos, por uma questão de simetria o somatorio da integral também seria 0.
- Até esse ponto onde estudamos, não existe "eletromagnetismo" apenas "campos elétricos" e "campos magnéticos" (separados)
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- Porque isso que sabemos não é o bastante? porque temos que complicar mais?
- Bem Eistein descobriu que isso dava errado quando ele lembrou que só há campo magnetico se há movimento.
- Movimento é dado por referenciais correto? O que significaria se eu colocasse o referencial andando junto com a carga em um fio?
- não haveria campo magnético, e einstein percebeu que todos os cálculos iam dando errado.
- Assim ele percebeu que o eletromagnétismo e a física newtoniana não "casam", não funcionam corretamente.
- Einstein resolveu o problema re-escrevendo a formula de Velocidade:
- V = D/t agora seria: V = D/t * raiz(1-V²/c²) sendo c a velocidade da luz dada por: c = 1/raiz(M0€0)
- Usando essa equação as coisas passam a fazer sentido.
- // Note que eu posso ter copiado errado essa fórmula, pq tem a variável V dos 2 lados da equação xP.
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- Para juntar os conceito do eletroestática e da magnetoestática vamos usar a:
- Indução eletromagnética:
- CONCEITO:
- Lei de Faraday:
- Faraday colocou 2 circuitos próximos um ao outro, um deles com um amperimetro e o outro com uma corrente e com uma chave que cortava a corrente se necessário.
- Faraday percebeu que o amperimetro dava um salto sempre que ele ligava ou desligava a chave.
- Deduzindo que isso era causado pelo campo magnético, ele fez uma experiencia com um imã.
- E percebeu que a aproximação ou afastamento de um imã no circuito gera um campo elétrico.
- Ou seja o campo magnético sozinho não causa um campo elétrico, mas a variação dele causa.
- (o imã parado não faz nada)
- A formula de faraday é:
- €€ = - d(flux B)/dt
- Onde flux B é o fluxo do campo pela area de dentro de um circuito fechado.
- Ou seja: flux B = int B>.da>, onde da> é o vetor normal unitário que denota essa superficie interna ao circuito.
- Esse €€ é a força eletromotriz induzida e é escrita com um epsulon.
- ( oh god que letra que eu uso pra escrever isso!, já usei todas que se pareciam )
- ( o jeito vai ser usar €€ pra diferenciar né )
- O professor disse que esse €€ é interpretável como uma diferença de potencial (ddp = <fi> = int E>.dl>).
- mas os cientístas não gostam de chama-lo assim, então cuidado na hora de usar, deve haver um motivo para terem nomes diferentes.
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- Para Casa:
- Seja uma espira parada com o formato de um A com a parte de cima quadrada.
- E o traço horizontal do A é móvel, pode ir mais para cima ou mais para baixo. e tem um resistor.
- a barra de A tem o mesmo comprimento da cabeça do A.
- Tem um campo magnético de baixo para cima, x é a distancia da barra para a cabeça e a barra se apróxima com uma velocidade V.
- a resistencia é R.
- há corrente?
- // Bem fim da aula.
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