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Pedro andava pelas montanhas, suas intenções eram claras, ele não podia mais apenas esperar o Canato fazer mais um movimento e atacar mais pessoas, ele iria agir. Em algum momento Pedro acabou se perdendo do resto do esquadrão e se encontrou sozinho perto de um rio, onde para sua surpresa encontrou Lamashtu, e mais importante, Rowena. O cavaleiro se mantém diante eles, negando a passagem pela ponte. "Rowena, finalmente te encontrei..." Ele parecia estar focado nela, e então estende a mão. "Ainda há esperança, a Cidade das Luzes sempre brilha para aqueles que se arrependem e se juntam ao seu povo, volte para Osrona e quem sabe suas penas possam ser reduzidas, assim você poderá encontrar seu irmão novamente." No momento ele ignoraria o Torzan, apernas o olhando por debaixo do elmo brevemente. (Pedro Sagramor) -------------------------------------------------------------------------------- [21:58] * You have been awarded 2 Roleplay Points! * [22:03] Voltava, aparentemente, de uma caçada, visto que o torzan carregava consigo um saco de couro com reagentes alquÃmicos. Uma vez que Pedro Sagramor se fez visÃvel, seu olhar erguia na direção no cavaleiro, arqueando uma sobrancelha- ele parecia mais curioso que qualquer outra coisa. "Mais uma formiga verana", ele falava com um suspiro. "Encontraram a fibra moral para revidar, o que é formidável, mas foi encontrar logo a mim. É realmente.. desafortunado." Sacodia a cabeça negativamente, numa prepotência arrogante que era bastante caracterÃstica de Lamashtu. Atava seu saco de couro com reagentes no cinto, batendo, então, com o lado inferior do cajado contra o chão - isso fazia com que uma nota harmônica soasse por todas as montanhas, numa ressonância cristalina que se propagava como o tilintar de taças de cristal. "Senhorita Dignitas, caso queira voltar para os veranos, suponho que essa seja uma hora tão boa quanto qualquer outra", ele parecia constatar o fato com desinteresse, como se a oferta fosse feita em nada mais que nome das aparências - era a fala de um homem que já aparentava saber a resposta. (Lamashtu) -------------------------------------------------------------------------------- [22:05] Enquanto voltava da caçada, ela conferia consigo oque havia conseguido. Contudo ao olhar para frente, se deparava com Pedro Sagramor. Ao ouvir sobre o seu antigo nome, ela negativava com a cabeça, e principalmente, ouvindo o comentario do seu mentor, ela estufava o peito e respondia o Legatus. "Rowena Var Arttre está morta! Neste corpo, reside apenas Dignitas" Ela mantia o seu olhar em direção a Pedro, mostrando ter certeza em suas palavras. (Rowena Var Arttre) -------------------------------------------------------------------------------- [22:12] As falas de Lamashtu já eram o que Pedro esperava vindo de um dos comandantes de Anzai, mas as palavras de Rowena, ver um coração que já brilhou com a vontade de Veriad, agora tomado por escuridão era triste. Ele abaixa a mão e suspira. "Até trocaste de nome? Bem... não importa, você será julgada pela corte Verana de qualquer maneira." A capa do cavaleiro é levantada pelo vento que soprava na ponte, revelando ainda mais de sua armadura reluzente e de sua nova espada. Com um olhar serrado ele vira sua cabeça para Lamashtu. "Por que segue esse homem e essa cidade? Todos eles serão subjugados por Osrona e se tornarão um só com Vera, assim como todos os outros paÃses, você está apenas adiando o inevitável e tornando as coisas mais difÃceis." (Pedro Sagramor) -------------------------------------------------------------------------------- [22:13] Axor diz, "Bom dia." [22:17] Mais um suspiro. O olhar do teraphim para Sagramor, aquém de sua rigidez formal, também era cansado, como se o mesmo já tivesse ouvido aquelas mesmas palavras outras vezes. "Vocês, veranos, são tão.. uniformes", ele ponderava sobre o assunto lentamente, usando a mão livre para coçar ao longo do maxilar. "Falam como cachorros latindo. Sem parar. Sem sentido." Seu tom não possuÃa nenhuma inflexão em particular, nenhuma paixão em seu discurso- não havia julgamento, desprezo, admiração. Absolutamente nada. Era o tom de um homem que poderia estar falando sobre o clima, no mais leve dos interesses, distante da situação - ele não parecia se importar muito, à despeito das palavras. "Você está em território Anzai, verano", ele declarava, tomando um único passo à frente. O manto negro que usava se abria, revelando, por baixo, a armadura que usava, cujas linhas de mythril foram forjadas em relevo de forma a lembrar um esqueleto humano por cima da cota de malha. "Mostre sua inevitabilidade com ações. Terá, tenho certeza, valor humorÃstico." (Lamashtu) -------------------------------------------------------------------------------- [22:21] Ao ver que um confronto iria se iniciar, ela apenas se afastava, de forma calma e com passos lerdos, respondendo o Legatus. "Meus objetivos vão além da compreensão... Lá, eu era uma pessoa ligada a uma corrente... Mas aquela pessoa ja não existe, agora resta Dignitas... Uma mulher que não está presa a um tÃtulo ou uma familia abusiva, livre para ser quem quer..." Enquanto caminhava até a sombra de uma arvore, ela colocava a mão no ombro do grão ferreiro, fazendo um sinal com a cabeça, como se estivesse convidando o mesmo a se afastar do confronto. (Rowena Var Arttre) -------------------------------------------------------------------------------- [22:26] Minerva Varlar sussurra. [22:26] Chrom se via no meio da encruzilhada diante da ponte, acompanhando Dignitas e Lamashtu na volta para casa, carregando sacos cheios de recompensas de sua caçada. O encontro com Pedro o faz parar instintivamente junto ao resto do grupo, analisando o Verano. O ferreiro sabia que não seria de muita ajuda naquela situação. Na verdade, só atrapalharia o inevitável combate entre os verdadeiros guerreiros. Enquanto os outros conversavam, Chrom dava largos passos para longe do local que logo se tornaria uma arena de combate, seguindo a sugestão de Dignitas. "Sua armadura e sua arma são inferiores. E mesmo que não fossem, você ia apanhar do mesmo jeito, pomposo do caralho!" ...Não podia deixar de insultar o Legatus, era uma oportunidade boa demais. (Chrom) -------------------------------------------------------------------------------- [22:26] Markus Altarch sussurra. [22:26] Minerva Varlar sussurra. [22:31] Ao ouvir as palavras da menina Pedro percebe o quão confusa ela está, o próprio nome que havia escolhido denunciava sua prisão mental a qual fazia-a pensar que estava livre. Uma trágica situação o qual o cavaleiro apenas podia rezar para que os Deuses tivessem piedade dela. "Seus insultos não importam, vindo de selvagens eu não esperava menos." Ele coloca a mão na espada em sua cintura e então a puxa. "Mas não vejo problema algum em demonstrar em ações já que assim vocês entenderão." (Pedro Sagramor) -------------------------------------------------------------------------------- [22:43] "Ah, cunho humorÃstico", ele assentia lentamente, desabotoando seu manto para revelar por completo a armadura que lembrava um esqueleto humano. "Ninhursag." A palavra ecoava muito mais alta que o resto de suas palavras. Parecia ecoar por toda a montanha, e era pontuada com o bater da ponta inferior do cajado contra o chão que, novamente, ecoava aquela nota harmônica, propagando-se por toda a secção das montanhas como uma ressonância cristalina - Lamashtu parecia estar, formalmente como sempre, anunciando o inÃcio do combate. Sua expressão era impassÃvel como sempre, mantendo o olhar no Legatus. Não havia preocupação, mas também não estava subestimando o oponente; este era um cavaleiro da luz, e subestimar o oponente era um traço inútil provindo da arrogância; não estava relaxado nem nervoso. Estava indiferente, como um homem acostumado ao combate. "Vamos ver o que os Legatus veranos são capazes de fazer", ponderava lentamente. (Lamashtu) -------------------------------------------------------------------------------- [22:47] Com sua espada em mãos a aura sagrada começa a emanar de sua armadura, a luz intensa chega a incomodar aqueles que olham diretamente. Determinação era o que resumia a expressão de Sagramor por debaixo de seu elmo, ele havia de se tornar a esperança para seu povo, e a luz ao fim do túnel para seus inimigos. Com uma postura rÃgida, quase como se fosse uma fortaleza, ele apontava a espada para Lamashtu. "A luz há de guiar os perdidos." Ele então ataca. (Pedro Sagramor) -------------------------------------------------------------------------------- [22:52] {Perdeu uma Batalha Roleplay Seguro contra Lamashtu} [23:08] O teraphim se movia lentamente pelo campo de batalha. Não por estar subestimando o oponente, visto que cada passo seu era dado com propósito especÃfico. Não lutava numa fúria de sangue, como muitos membros do Canato - Megetu sendo um exemplo proeminente - mas com visão tática do campo de batalha. Lutava calmamente, planejando seus passos. Sua magia era a de um movimento lento, constante e certeiro. A própria natureza parecia ajudá-lo. Não de forma harmoniosa, como muitos outros magi - Lamashtu parecia impor sua vontade perante a natureza, e esta era compelida a obedecê-lo; plantas floresciam a partir do chão, disparando poros venenosos, enquanto raÃzes das árvores próximas costuravam o chão em seu caminho na direção do Cavaleiro Sagrado de Vera. Tudo isso ocorria enquanto ambos lutavam. O furor e a convicção de Sagramor explodiam contra o estoicismo pragmático de Lamashtu quando a espada batia contra o cajado de metal, em flashes de mana multicoloridos - o dourado da magia sagrada do Legatus e o multicolorido que reluzia entre verde, azul e vermelho da irradiação de mana cristalina. Numa explosão de magia sagrada em conjunto de uma pancada com o cabo da espada de Pedro Sagramor fez com que Lamashtu recuasse vários passos pela ponte de madeira quando seu nariz quebrava, jorrando o sangue do teraphim. "Compreendo", ele falava simplesmente. As propriedades regenerativas de sua magia, contudo, eram absurdas - podia-se ver que os golpes, de hematomas a cortes e mesmo o nariz dele simplesmente começavam a regenerar em questão de segundos, com a energia regenerativa sendo retirada dos cristais preciosos que sua mana espontaneamente crescia e também da natureza ao redor, causando, até mesmo, a morte de algumas árvores, definhando para que sua força vital fosse dada ao teraphim. O nariz, contudo, parece ter sido o ponto final. Segurando o cajado com ambas as mãos, Lamashtu erguia-o acima da cabeça, coma irradiação de mana dos cristais e da natureza ao redor começando a se juntar na direção do teraphim, formando uma mortalha de mana num azul pálido e fantasmagórico. "Sententia viventem in aetheres." Seu anúncio ecoava por todas as montanhas quando ele batia com o cajado no chão com força, fazendo ecoar uma nota cristalina por toda a região. Não era, contudo, uma nota harmônica, mas dissonante, uma variedade de sons cristalinos que causavam agonia; as montanhas começavam a tremer, respondendo à magia do Torzan, e pilares de cristal começavam a surgir do chão- Perfurando a grama, destruindo as árvores, os pilares eram formados irregularmente por uma variedade de cristais afiados como navalhas. Surgiam de todos os lugares, dilacerando a vida selvagem ao redor conforme esse crescimento avançava na direção de Sagramor. O local estava rapidamente se transformando num banho de sangue. (Lamashtu) -------------------------------------------------------------------------------- [23:21] O Cavaleiro se manteve firme com cada golpe, utilizando da ponte ao seu favor ele limitava as opções de fuga de seus golpes fulgurosos- No entanto isso não parecia ser suficiente, cada hematoma causado por sua magia e cada pequeno corte que era conferido ao Thorzan parecia se regenerar. Pedro olhou ao seu redor e via a própria natureza se voltando contra ele, e para cada vinha e trepadeiras que ele cortava mais surgiam, mesmo com suas luzes perfurantes o atingindo a própria natureza parecia dar a vida para proteger Lamashtu, inclusive o próprio subsolo abaixo. O legatus já havia ouvido falar desses Teraphim, mas essa era a primeira vez que ele via suas habilidades de combate tão próximos assim. Os pilares perfuraram a armadura cintilante do cavaleiro, que era seu orgulho, atingindo assim seu corpo e fazendo-o ficar preso entre os mesmos. Ao olhar seu sangue escorrendo pelos cristais ele percebeu que não venceria, e ao olhar para sua armadura ele percebeu que aindalhe faltava algo. Ele havia prometido que aquela armadura seria sua fortaleza, e que ele seria a fortaleza de seu povo, mas seus muros aparentemente ainda não eram tão abrangentes, eles não eram fortes o suficiente, assim com os de Vera, mas assim como os de Vera ele iria se expandir, oferecer um lugar seguro e em paz para todos que assim desejarem. "Por hora você resistiu ao Império, mas isso não durará..." Essas foram suas últimas palavras antes de irradiar uma luz tão forte que cegaria a todos por um breve segundo, e quanto a luz se desfez Pedro já não estava mais lá. (Pedro Sagramor) -------------------------------------------------------------------------------- [23:30] Pedro retornava do território do Canato, ao chegar próximo ao centro da cidade ele percebe Gryn e então decide ir falar a ele. Era possÃvel ver perfurações pela armadura do cavaleiro e sangue na mesma, ele mancava um pouco e seu corpo possúia alguns hematomas por debaixo da armadura. "Gryn..." Sua voz de cansado era nÃtida. "Acabo de encontrar sua irmã, e Lamashtu..." Ele para por um segundo para respirar e tentar se recompor. "Tentei traze-la de volta mas não consegui, haviam outros a escoltando..." O Cavaleiro então se recompõe totalmente e sua voz fica mais séria. "...mas mesmo que ela estivesse sozinha não creio que conseguiria salvá-la, pois ela já até mesmo abandonou seu nome, e se chama Dignitas agora, sua mente já foi totalmente corrompida por aqueles nefastos de Anzai." (Pedro Sagramor) -------------------------------------------------------------------------------- [23:36] Os efeitos do combate não seriam notáveis por Gryn, exceto o fato de sua sombra mancar levemente, o olhar do homem não se diriga diretamente à Sagramor, mas sim a sombra projetada pelo sol radiante que tocava-o. "Sim, Rowena é uma traidora e isso já é há sabido. Não é mais minha irmã, é uma serva dos Anzai, e como tal, percererá." Suas palavras ainda assim eram frias, embora ele não suportasse ser lembrado o tempo inteiro de que uma propriedade sua se rebelou contra o seu dono. "Não deve tentar trazê-la de volta. Se a vir em grupo, deve atacar como atacaria um Anzai qualquer, Mate-a se for necessário. É assim com todos eles, não é?" Uma pergunta direcionada ao Legatus, esperava uma resposta, evidentemente. "Dignitas é um nome que eu me recordarei, não vou estar satisfeito até eu mesmo ver o seu corpo em estado cadavérico, ou quando puder sentir que sua vida se esvaiu completamente. Dignitas pagará pelo seu passado, se foi assim que ela escolheu." (Gryn Var Arttre) -------------------------------------------------------------------------------- [23:40] Vindo do Norte caminhava para próximo do dojo se encontrando com duas figuras relevantes de Osrona, apático, se aproxima das entidades talvez percebendo uma pequena tensão no ar(?). Podiam perceber que Zagreus tinha um novo equipamento, uma katana exótica com um desenho rúnico em sua bainha, seu haste era negro como a escuridão. "Boa tarde, senhores." Se apresentava, ainda indiferente, não se importando muito se tinha estragado alguma conversa particular ou um momento único dos dois. (Zagreus) -------------------------------------------------------------------------------- [23:48] Parece que o laço dos irmãos realmente haviam se rompido por completo, mesmo Gryn não parecia querer ter qualquer lembrança sequer com aquela do seu sangue. "Entendo, de qualquer modo ela seria julgada quando terminarmos nossa Missão de Apaziguamento e Anzai estiver unida a Vera..." Ele já havia entregado a notÃcia que queria para o patrÃcio e agora poderia prosseguir para se recuperar dos ferimentos. "Boa tarde." Ele responde para Zagreus antes de sair do recinto. (Pedro Sagramor)
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