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- Dualidade:
- - D. Fraca. ©
- - D. Forte. ×
- - T. das Folgas Complementares. ×
- - Pares P/D ×
- - Análise de Sensibilidade. ×
- O professor Fernando Marins da UNESP disponibilizou alguns ótimos slides que vou colocar abaixo:
- Este primeiro fala de "Dualidade Fraca" até "Pares P/D" e é muito bem explicado.
- http://www.feg.unesp.br/~fmarins/po/slides/2o.s/Teoria%20da%20Dualidade.pdf
- Vou disponibilizar os slides no meu site também (eu estudei por eles)
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- REVISÃO:
- Dualidade Fraca:
- Sejam o seguinte par primal/dual:
- (P) max cTx (D) min bTy
- Ax = b yTA >= cT
- Seja ¯x uma solução viável do vetor x.
- Seja ¯y uma solução viável do vetor y.
- A Dualidade Fraca diz que:
- Se ¯x é viável para (P) e ȳ é viável para (D)
- Garantidamente: cT ¯x <= bT ¯y
- Ou seja, o valor do objetivo do primal será sempre menor ou igual ao do dual.
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- Em dualidade fraca existem os casos:
- Suponha um primal de maximização e um dual de max.
- Se o primal for: | O dual será:
- Ótima finito Ótima finito.
- Inviável Inviável.
- Inviável Ilimitado.
- Ilimitado Inviável.
- A inversa também é verdadeira.
- Isso é útil para voce descobrir por exemplo se seu problema não tem solução.
- Basta provar que o dual é ilimitado ou inviável.
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- Exemplo de problema onde o primal e o dual são: "inviável/inviável":
- min x1 + 2x2 (primal)
- x1 + x2 = 1
- 2x1 + 2x2 = 3
- max p1 + 3p2 (dual)
- p1 + 2p2 = 1
- p1 + 2p2 = 2
- É visível que ambos não tem solução.
- // (Note que as variáveis do primal são irrestritas em sinal, e as do dual também)
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- CONCEITO:
- Dualidade Forte
- Seja o par primal dual:
- (P) max cTx (D) min bTy
- Ax = b yTA >= cT
- Seja ¯x os valores ótimos do vetor x.
- Seja ¯y os valores ótimos do vetor y.
- (considerando que ambos tem solução ótima viável)
- cT ¯x = bT ¯y
- Em outras palavras, esse teorema diz que os valores ótimos do problema primal e dual,
- se existirem serão exatamente de igual valor.
- Essa é talvez a propriedade mais surpreendente, e é a ligação mais forte entre o primal e o dual.
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- Observações minhas:
- Voce pode pensar que existe uma linha entre o problema primal e o dual.
- Abaixo dessa linha há um problema de maximização tentando andar para cima,
- Acima dessa linha há um problema de minimização tentando andar para baixo,
- As duas sempre se encontram no centro.
- Se um dos problemas é ilimitado, ou seja sua solução é infinitamente óima,
- significa que ele empurrou a linha até o infinito.
- Por causa disso o seu par não tem nenhum espaço de solução, e é portanto inviável.
- Se voce faz uma alteração em um dos problemas,
- (alterando por exemplo o custo de manutenção de determinado recurso)
- De forma a melhorar ou piorar o ótimo, voce estára também afetando o ótimo do outro problema em igual valor.
- É um jeito interessante de pensar na relação primal dual.
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- Teorema das Folgas Complementares
- O teorema das folgas complementares diz respeito à uma relação entre as variáveis de folga
- do primal, e às variáveis estruturais do dual.
- Chamemos de F1 a variável de folga da restrição 1 do primal.
- Chamemos de y1 a variável dual associada a restrição 1 do primal.
- Básicamente a única coisa que esse teorema diz é que:
- F1 * y1 = 0
- Para qualquer variável de folga, associada à sua respectiva variavel dual.
- Isso também vale para as folgas do dual em relação as variáveis do primal.
- Em outras palavras, se voce já fez uma escolha de variáveis primais e duais.
- E se o valor de F1 é diferente de 0, isso implica que y1 é necessáriamente não-básica.
- Note que é possível que Ambos sejam iguais à 0.
- Com esse teorema voce pode reconstruir uma solução dual associada à uma solução primal.
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- Provando o Teorema da Dualidade Forte:
- // Eu não gosto de provas de teoremas, então eu não passei a limpo esse último trecho da aula.
- Base ótima associada à ¯x é B.
- Simplex terminou com a seguinte condição sendo satisfeita:
- (cnT - cbT B⁻¹N) <= 0
- Definir uma variável dual: yT = cb T B⁻¹
- Se yT = cb T B⁻¹ for viável o objetivo dual : cbT B⁻¹ b
- Sobre a viabilidade deste escolha:
- y T A >= cT
- y T [B N] >= [cbT cnT]
- i) yTB >= cbT ? cbT B⁻¹B= cbT (ok)
- ii) yTN >= cnT ? cbTB⁻¹N >= cnT
- // Condição de otimalidade primal é condição de viabilidade dual.
- Em resumo a solução yT = cbT B⁻¹ é viável para o dual e cT¯x é igual à cb T B⁻¹b = ȳTb
- Logo ¯x e ȳ são ótimos respectivamente para P e D.
- Se ¯x e ȳ formam um par primal dual ótimo, então valem as condições de complementaridade e folga.
- (A¯x - b)T ȳ = 0 (n restrições, uma para cada variável do dual)
- (ȳTA - cT) ¯x = 0 (m restrições, uma para cada variável do primal)
- Seja ai = linha i da matriz A
- (ai T ¯x = bi) yi = 0 i = 1, ..., n.
- Primal na forma padrão => a condição I é satisfeita dada a viabilidade de ~x em P
- Assim:
- (~yT Aj - cj) ~xj = 0, j = 1, ..., n
- Aj = j-ésimo coluna da matriz A.
- Dois casos à considerar:
- a) j é indice de variável básica ~xj >= 0 (~y T Aj - Ci)
- (assumir ~xj > 0)
- b) j é não básica: xj é não básica.
- ~xj = 0
- Se as condições de complementaridade de folga valem (C.C.F.) então ~x e ~y formam par primal dual ótimo.
- (A~x - b)T ~y = 0 (~y T A - cT) ~x = 0
- (A~x)T ~y = bT~y ~y T A ~x = cT~x
- cT~x = y T A ~x <= bT~y = A~xT y
- yTA~x = A ~x T y
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- Hoje nós varremos todos os significados teoricos importantes de programação linear.
- Dualidade:
- - D. Fraca. ©
- - D. Forte. ©
- - T. das Folgas Complementares. ©
- - Pares P/D ? (não sei se falamos disso =P)
- - Análise de Sensibilidade. ×
- Na aula que vem vamos falar de Análise de Sensibilidade.
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- // Fim da aula!
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