Kiminino_Sphinyx

Ainda incontrolável...

Apr 1st, 2017
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  1. [15:09:52] Em meio à corrida que estava fazendo com os seus companheiros de equipe, sensorizou uma energia maléfica diferente das demais criaturas do bosque. Conforme Nostraza ensinou-lhe, seguiu os distúrbio na natureza e encontrou, com os olhos, a dupla de vestes negras. Como um guardião da luz, aquela energia não era apreciável. Audacioso, como demanda a personalidade dos Augustus, o jovem espadachim aproximou-se daquelas duas guerreiras, após sinalizá-las para os aliados e pedirem que, igualmente, parassem. Perto daquelas, falou:
  2.  
  3. "Ei-la, guerreiras das trevas! Que ondas escuras são essas que dominam vossos espíritos?"
  4. (Octavianus Augustus)
  5. [15:11:34] Nieve, igualmente incomodada, acata ao pedido de Augustus, cessando a corrida imediatamente. Ela assume o flanco esquerdo do pequeno grupo, firmando os dedos no cabo da foice mágica.
  6.  
  7. "Parece que Nostraza te ensinou algumas coisas também, não é, August?"
  8.  
  9. Ela sorri por baixo do elmo metálico, ligeiramente feliz pelo desempenho sensorial do companheiro de guilda. Posteriormente, desvia os olhos para os sujeitos de aparência duvidosa.
  10. (Nieve)
  11. [15:13:16] Acompanhei o passo de Augustus sincronizadamente, porém, com mínimas travadas robotizadas nas articulações. Era como se meu corpo estivesse sendo controlado.
  12. Meus olhos cinzentos abarcaram a dupla das trevas, estudando-a dos pés à cabeça como se um radar fosse emitido da minha íris. Notei a essência do obscurantismo imersa no âmago de ambos, porém, não foi nada que pudesse alterar a minha expressão facial nula.
  13.  
  14. "Reconhecimento: erro."
  15. (Bellamus)
  16. [15:20:06] Andando pela floresta de Bygonegrove, estava deixando Nova alteros, preparado para visitar os dragões em Dragon's peak, seus estudos sobre o Full-shift só haviam acabado de começar...
  17.  
  18. Ainda próximo a região da cidade... era possível ve-la ao longe, ele encontra três pessoas estúpidas o suficiente para confundi-lo como um ser das trevas, um Drakanite puro que simplesmente buscava conhecimento sobre a sí mesmo...
  19.  
  20. Óbvio, além de o confundirem com um ser depravado, são audaciosos o suficiente para provoca-lo enquanto estava de mal humor...
  21.  
  22. "Como é que disseram? não acham que vocês são estúpidos demais para provocar alguém que nem conhecem seres inferiores?" Dirige-se ao trio de imundos que ousaram caçoar de sí, seu sangue puro ferve em suas veias, na verdade já estava a ponto de querer cortar as cabeças deles só por terem desacatado a sua superioridade como um Drakanite de sangue puro.
  23. (Kariya Aíma)
  24. [15:25:13] Caminhando pelas florestas de Bygonegrove, encontrando um trio que provavelmente não demonstrava respeito algum, e talvez fossem loucos o suficiente a ponto de provoca-lo.
  25.  
  26. Mas no momento o homem estava feliz, havia adquirido uma mascara nova, ainda mais que havia uma criatura interessante entre eles, uma especie de peixe ainda mais que o mesmo parecia ter controle sobre a agua, alguem que poderia ter sido util para o mesmo.
  27.  
  28. "Peixe...hm..."
  29.  
  30. Mas ficava descontente ao ser chamado de patife e "guerreira da trevas" pelo humano, pelo visto havia notado que havia utilizado de magia oculta para matar alguns yokais inuteis ali proximos.
  31.  
  32. "Quem são voces... para virem no meio de uma floresta sem uma alma viva... provocarem eu e Aima... espero que não sejam um bando de exorcistas idiotas..."
  33.  
  34. [apesar que seria muito divertido se fossem... ainda mais estou oculto nessa mascara]
  35.  
  36. Uma pequena risada era soltada por Vitiate, talvez fosse divertido aquilo, ainda mais o peixe ali ultilizando agua.
  37. (Vitiate Valkorion)
  38. [15:30:20] "Diga a sua definição de provocar."
  39.  
  40. Refleti sobre o que disse desde que encontrei a dupla de forasteiros, percebendo que não citei insulto algum ao ler as próprias memórias. Confuso, a princípio, porém, logo me recobrei de que se tratava de um mal entendido.
  41.  
  42. "Acabei de vasculhar meus dados e aqui diz que não cometi afrontas."
  43.  
  44. Apesar disso, notei a hostilidade de ambos os adversos e não baixei a guarda. Minha cautela, já alta, se intensificou. Meu instinto de defesa se acentuou, no qual me fez subconscientemente firmar as mãos no punho da espada e mantê-la posicionada para frente.
  45. Olhei de esguelha para Nieve e Augustus, avaliando suas reações e seus estados atuais. Eles também pareciam não ter baixado a guarda.
  46.  
  47. "Não sou um peixe. Me chamo Bellamus, o décimo terceiro experimento de Mermaid. Possuo o código genético da raça siren."
  48. (Bellamus)
  49. [15:34:36] "Digam logo os seus nomes, o que estão esperando?!"
  50.  
  51. Nieve havia se esquecido brevemente do jeito irritante de Augusts, alternando os olhares entre os sujeitos recém chegados e o próprio companheiro. A maga da natureza ergue o escudo na altura do busto, sem desfocar ambos.
  52.  
  53. "Estamos fazendo uma inspeção pela área e a aura de vocês incomoda o equilíbrio natural."
  54.  
  55. Não podia negar que a abordagem da guilda não fora tão bem planejada, eles se assemelhavam a um grupo de terroristas ou pior, um grupo de extermínio. Mas, para Nieve, as vestimentas e as máscaras dos desconhecidos chamavam mais atenção do que a "aura" propriamente dita, parecia que tinham comprado na promoção da primeira loja que viram pela frente.
  56.  
  57.  
  58. (Nieve)
  59. [15:45:42] Octavianus, por precaução, retirou a sua reluzente espada da bainha, em lentidão, e apontou a sua extremidade para o dragão, o qual fervia sede de sangue e, mesmo assim, julgava-se alguém em pleno equilíbrio emocional - no mínimo, irônico para os três discípulos de Nostraza, sendo este o maior defensor da balança entre o bem e o mau. Ao apontar a arma para Kariya, afirmou:
  60.  
  61. "Não há desrespeitos em nossas frases; chamei-lhes de criaturas das trevas, porque assim chamamos todos que deturpam o equilíbrio da natureza. E, no caso, estão fazendo exatamente isso. Todavia, se assim o querem, cederei à linguagem cortês para indagá-los mais uma vez a respeito. Pois, Vossas Excelências, se permitem-me usar a palavra, por quais motivos estão a causar tamanhas alternâncias na tão supradita ordem natural?"
  62.  
  63. Após terminar o breve discursou, Octavianus curvou-se acentuadamente, ainda empunhando a espada; uma etiqueta comum aos equestres Augustus, mas, que naquele momento, servia muito bem para exagerar o tão pedido respeito que a dupla de vestes negras demandavam.
  64. (Octavianus Augustus)
  65. [15:48:16] "Talvez minha aura seja um incomodo por ser forte demais, sou um Drakanite puro, você que deveria dirigir-se a mim adequadamente, agora... eu recomendo que nos deixe ir embora de uma vez, senão quiser se machucar, fêmea." Falou retirando a sua espada de suas costas, ele não pretendia machucar nenhum deles por enquanto caso os deixassem ir embora de uma vez...
  66.  
  67. Ele corta o ar um pouco, não estava nem um pouco disposto a perder tempo ali, seres fracos como eles realmente não tem o direito de sequer tentar falar alguma coisa de um Puro como ele.
  68.  
  69. "Não é minha culpa se o meu poder é demais para perturbar a natureza, você nem me conhece e ousa me comparar a uma criatura depravada? pois saiba que se eu realmente fosse depravado sua cabeça já estaria rolando no chão a muito tempo." O Drakanite de sangue puro fala sem olhar para o líder do grupo, passando o seu dedo sobre o fio de sua arma, destando o seu corte no vento e brincando um pouco com sua arma... afinal estava com tédio.
  70.  
  71. "Ei. V, o que você acha desses malucos ai?"
  72. (Kariya Aíma)
  73. [15:54:14] Perturbando o equilibrio da natureza...? Ao ouvir aquilo Vitiate cruzava seus braços, ficava inquieto, sempre um movimento repetitivo com sua perna, ouvindo as palavras vazias do homem a sua frente, sempre questionando.
  74.  
  75. Colocando uma mão sobre sua mascara, na região dos olhos, uma gargalhada era ouvida, que tipo de amadores eram aqueles? Como tinham a audacia de dizer que ele estava desequilibrando a natureza.
  76.  
  77. "Amadores..."
  78.  
  79. Com uma pausa em sua gargalhada, ele retirava a mão de sua mascara, seu corpo era coberto pelas chamas ocultas, ele não ficaria calmo ao ouvir aquilo, ser chamado de patife e ainda amadores como aqueles ousavam dizer algo sobre a natureza perante ele, mesmo se fossem adeptos a natureza não eram ninguem para dizer aquilo para Vitiate.
  80.  
  81. "Me diga... quem é voce... para vir me falar algo da natureza... amador... eu perturbando isso? Voce é louco de me acusar disso? Voce tem a audacia... de me desrespeitar me chamando de patife... e ainda se fazer de desentendido? Quem é que esta me dizendo tantas tolices...? Espero que se ha alguem com dominio sobre a natureza com voces que de um passo a frente quero ver o rosto do pobre juvenil magi."
  82.  
  83. Não dava atenção para Aima, ele sabia que o que havia dito ja era o bastante como resposta.
  84.  
  85. Dando um passo para frente, encarava os 3, estava curioso em saber quem era o juvenil para fazer tal afirmação, ainda mais alguem do nivel de Vitiate não era nem proximo de perturbar o equilibroi da natureza, ainda mais em Bygonegrove que era povoada por inumeros yokais de baixo e alto nivel.
  86. (Vitiate Valkorion)
  87. [16:03:37] "Verificação: os dois indivíduos estão alimentando seu próprio ego gradativamente com alocuções que têm o intuito de nos rebaixar. Um deles parece ser tremendamente orgulhoso, até mais que Octavianus Augustus. A soberba aparentemente os engoliu até este ponto, o de os tornarem tolos que se enaltecem repetidamente e desnecessariamente.
  88. Nunca havia visto um comportamento tão extremo até hoje aqui na superfície. É bom saber. Mais uma informação importante para o meu banco de dados."
  89.  
  90. Enquanto executava uma análise pessoal dos forasteiros em oratória quase que incenssante, minha curiosidade me impulsionou tão fundo que pude resumi-lo em meras, porém longas, palavras.
  91.  
  92. Ativei, posteriormente, minha aura hidrocinética instintivamente. Ela esguichou como cascata reversa e me engolfou por completo. Mirei Vitiate com o olhar, respondendo-o:
  93.  
  94. "Há uma druida entre nós. De fato, ela domina os feitiços da natureza. O que quer tratar com Nieve?"
  95. (Bellamus)
  96. [16:09:36] "Me diga onde você viu, onde você leu e em que mundo nós somos amadores? Estamos muito acima de vocês, panacas!"
  97.  
  98. A presunção de Vitiate ao desafiar um mago da natureza havia surtido grande efeito no íntimo de Nieve, forçando a humana a dar um passo para frente. Ela encara o sujeito por trás do elmo metálico com grande cautela, acenando a mão direita.
  99.  
  100. "Natura call, vineas! Vamos, companheiros!"
  101.  
  102. Ela dá o primeiro passo, completando o que era um simples aceno e o transformando em uma dança ritualística. A floresta parecia responder ao chamado da maga, induzindo à proliferação de inúmeras videiras vivas que surgem de vários pontos, cercando ambos os desconhecidos.
  103.  
  104. "Como você pode ver, você não é o único que possui um elo com a natureza. Acho que vou repetir: patife!"
  105.  
  106. Não permite que a ação mágica se restrinja somente à convocação dos seres da natureza e dá mais um comando às videiras, fazendo-as a abandonarem a postura defensiva e avançarem agressivamente nos dois adversários, salpicando os seus corpos com espinhos resistentes, além de envolvê-los.
  107.  
  108. "Vineas, impetus!"
  109. (Nieve)
  110. [16:17:16] Octavianus não abandonaria os seus companheiros de equipe naquelas circunstâncias, mesmo que julgasse a investide imprudente. Afinal, jamais poderia permitir que algo acontecesse a eles, como ocorreu com Hadraniel, sob a sua ausência.
  111.  
  112. "Não ousem tocar em meus aliados, bárbaros!!!"
  113.  
  114. Dessa forma, motivado, jogou a espada para o lado, deixou a lâmina horizontal e fechou os olhos. Repentinamente, uma águia sagrada engloba o seu corpo, concedendo-lhe atributos. Encoberto por ela, impulsionou-se no gramado e partiu em gingados bem ágeis contra o, agora adversário, usuário da máscara com bico de pássaro, visando estocá-lo com a espada. Enquanto esperava cobertura de Nieve, acenou sutilmente para Bellamus com o queixo, dando-lhe um comando secreto.
  115. (Octavianus Augustus)
  116. [16:21:32] Já estava cansado de tantos insultos vindo de tais seres, estava claramente irritado, uma poderosa aura flamejante cobre seu corpo por completo, ele assuma a postura do Ifrit, não conseguia se segurar depois de ter seu orgulho pisado no chão, provavelmente eles sairiam dali com ferimentos sérios, no entanto um membro da ordem da luz jamais deveria matar algum inocente.
  117.  
  118. "Bastardos, patifes, panacas... vou arrancar a língua de vocês! criaturas imundas, ousam cassoar de seres superiores, EU SOU UM DRAKANITE DE SANGUE PURO, CRIATURAS IMUNDAS!"
  119.  
  120. Eis que resolve esperar Vitiate, se ele fosse ajuda-lo nessa investida maldita ou não, ele já estava irritado demais para conter-se, e se alguém acabasse mortalmente ferido, infelizmente ele não poderia controlar sua raiva como um sangue puro, buscando apenas estudos, já estava abalado pela morte dos membros da Ordem da luz, e não iria aturar ficar sendo abordado por amadores que mal sabem da natureza ou não.
  121. (Kariya Aíma)
  122. [16:28:22] Druida, titulo que o mesmo não usava, era mais apto a ocultista, era muito chique para alguem como ele, ou se denominava magi ou ocultista.
  123.  
  124. Não se sentia impressionado com a garota, era uma habilidade basica que qualquer um devia saber, mas realmente aquelas provocações eram chatas, ele deveria colocar alguem como eles em seu lugar, a natureza não precisa de escoria a seu lado.
  125.  
  126. "Eu queria o peixe inicialmente, triste não é...*olhava para o peixe e depois para a druida* mas terei que ensinar algo a um principiante"
  127.  
  128. Era facil notar, eles não deixariam ele resolver de maneira simples com a druida, ainda mais que pela reação de Aima, que o orgulho fora ferido, não deixaria de graça tal situação, se fossem exorcistas, provavelmente não deixaria aquele viver, era seu dever como Aprendiz da Tenebris.
  129.  
  130. Olhando para a druida, Vitiate estalava seus dedos, vinhas surgiam para ele, não iria falar palavras inuteis, a natureza sabia a quem responder quando era chamada.
  131.  
  132. As vinhas os cercavam, aguardando o movimento do Aima, deixaria que ele fizesse o inicio de tudo ali.
  133.  
  134. "Só para clarificar... não toque no druida de preferencia, eu resolvo esse... vejo que não ira mudar de razão, então estarei a seu lado ao menos"
  135.  
  136. Era animador, lutar ao lado de alguem que treinou muito junto, mas não seria um peso morto para o mesmo.
  137. (Vitiate Valkorion)
  138. [16:31:47] "Muito bem, senhores."
  139.  
  140. Assim que percebi o sinal de Augustus, disparei numa abrupta corrida. Mirei Kariya e tracejei na sua direção velozmente, conjurando um feitiço hidrocinético ao apontar a espada para frente. Iniciei meu ataque.
  141. (Bellamus)
  142. [16:51:24] Foi uma batalha feroz, feitiços sendo lançados por todos os lados, no entanto... a superioridade do Drakanite de sangue puro é clara, os guerreiros caem ao chão com os poderosos e brutais golpes do Sangue puro...
  143.  
  144. Octavius é o primeiro, com um corte profundo no seu ombro, quase cortando-o por completo, no entanto, as vinhas de natureza e explosão de magias o impediram de arrancar o membro do guerreiro, assim que ele não está mais capacitado de continuar o combate, Kariya parte para Nieve...
  145.  
  146. Um corte rápido no seu busto, já a fortemente fazia sangrar, suas vinhas já não estavam mais ativas, então, com força o Drakanite performa um corte diagonal que acaba por arrancar fora o Braço da Druída, o homunculo não foi tão dificil, assim que a Druída caiu sem um braço, junto de sua cópia ilusória eles terminaram o serviço cortando-o rápidamente, no entanto não foi o suficiente para causar-lhe danos permanentes...
  147.  
  148. Assim, a batalha estava terminada, o guerreiro guarda sua espada em suas costas, e vira-se para Vitiate, ele não pretendia mata-los, tampouco queria ter arrancado o braço da garota, na verdade... ele havia o feito sem conciência alguma disso.
  149.  
  150. Kariya ajoelha-se retirando seu elmo olhando para a Druída caida sem um braço, claramente ele sentia-se triste por ter o feito, e isso era notável em sua expressão...
  151.  
  152. "Perdão por ter feito isso... no entanto, creio que você consiga repor isso, você é uma usuária da natureza, espero que aprenda magia sagrada algum dia e possa combina-los para repor os estragos feitos por mim." Fala sério, assim levantando-se e pondo seu capacete de volta... ele não estava ciênte se Nieve estava conciênte ou não... na verdade, não importa... já sente-se mal por ter saido completamente do controle e ter levado tudo a esse ponto...
  153. (Kariya Aíma)
  154. [17:03:21] Com o confronto chegando ao fim, o ocultista se manteve na retaguarda, com suas vinhas tomando a frente, Aima podia dar conta sem tanta ajuda, realmente ele havia se tornado bem mais forte, mas ele não ficava atraz.
  155.  
  156. Olhando para os ali caidos, sem la muita força, a druida havia perdido seu braço, por baixo da mascara de Vitiate surgia um sorriso, uma pequena gargalhada era ouvida por aqueles que estavam ali.
  157.  
  158. "Eu disse que eram amadores..."
  159.  
  160. Não desaprovava o comportamento de Aima ao arrancar o braço da garota, muito pelo contrario se não fosse feito por Aima ele faria algo pior, muito pior.
  161.  
  162. Se aproximava do braço da garota, abaixando e o pegando, sabia que se ela não tivesse o braço não conseguiria o realocar com nenhum tipo de magia, ou ao menos ele achava, não era perito em todos os tipos de cura.
  163.  
  164. Jogando o braço para o alto varias vezes e o deixando cair em algumas, parecia simplesmente um palhaço idiota se divertindo com a desgraça dos demais ali.
  165.  
  166. Parando com a brincadeira inutil, ele segurava o braço, sua aura queimava mais forte naquele momento.
  167.  
  168. "Bom meus rapazes... ela até pode concertar isso, mas e se eu destruir esse braço hm...? Ou eu posso usar isso de outras maneiras quem sabe pode ser divertido"
  169.  
  170. Com as vinhas que sobravam no campo, arrastando o corpo somente da druida até ele, pretendia brincar um pouco com a mesma, gostaria de ver o os amigos dela.
  171.  
  172. "Ou melhor... me lembro da expressão de uma certa Ookami, quando foi abandonada por seus amigos..."
  173.  
  174. Ele ria, naquele momento era muito interessante, esperava que Aima não o tentasse impedir, mas ele não tinha intenção de matar a garota, não ainda ao menos.
  175.  
  176. Com a garota ja proxima dele, ele aproximava sua mão do pescoço dela, sua mão era coberta por magia oculta, causando um pouco de dor ao contato da pele da garota.
  177.  
  178. Ele virava seu olhar para os outros 2 rapazes, ele queria testar o valor daqueles ali presentes.
  179.  
  180. "Os fortes tomam dos fracos... e assim por diante, acredito que era essa a filosofia que meu mestre dizia..."
  181.  
  182. Se lembrando das palavras de Kudlak, mas ia ao assunto dessa vez.
  183.  
  184. "AGORA! VOCES! se sacrificariam por ela...? Aima é bom... mas eu não deixarei uma desgraça dessa viva como um magi, escolham... eu irei levar um de voces... para a morte... e sera a druida, caso nenhum de voces se ofereçam claro!"
  185. (Vitiate Valkorion)
  186. [17:18:43] Octavianus era somente um humano, filho de comerciantes. Ou seja, o lanceiro não possuía nenhuma habilidade fortíssima para resistir àquele corte no seu braço, responsável por quase arrancá-lo. O sangue jorrava, enquanto o desgaste físico espalhado pelos outros membros do corpo latejavam a sua vitalidade.
  187. Logo, sob tais circunstâncias, o sistema metabólico de Octavianus estava se esgotando, pois haviam muitos reparos a serem feitos por todo o seu organismo. Em resposta, a visão do garoto estava totalmente turva, limitando-se a enxergar alguns borrões negros erguendo a pouquíssima nítida face de Nieve. Tentou silibar algo, mas cospe sangue; desceu os olhos para o braço ferido e pesou a respiração com o choque: estava quase saindo! Começou a suar frio. Por ventura, seria esse o fim daquele trio? Realmente, foram imprudentes em caçar aquela luta. E Octavianus sabia disso. Não devia ter os ajudado, porque, agora, todos os seus sonhos corriam risco de desaparecerem sob a vontade daquela dupla... Não. Ele devia, sim, acompanhar os seus aliados. Não poderia simplesmente abandoná-los. Se eles quiseram brigar, um Augustus sempre há de estar disposto para auxiliá-los, pensou. E somente pensou. O seu corpo, como supradito, era humano e, agora, estava incapaz de ter quaisquer reações heróicas - não por falta de virtude ou de espírito, mas por limitação física. Tinha muito a aprender, tinha muito a treinar.
  188. Esgueirou, por fim, os olhos para o lado, tentando alcançar Bellamus. Estaria ele em melhores condições? A sua outra metade metálica há de ser mais resistente! Salve-a, Bellamus! - suplicava Octavianus com os olhos, quase fechando-se pelo possível desmaio que sucederia em instantes.
  189. (Octavianus Augustus)
  190. 17:21:16] Devido à presença do meu espírito curandeiro, fui incapacitado, mas me mantive consciente. Pude sentir a dor dos diversos cortes que permeavam meu corpo, lacerado dolorosamente em partes aleatórias. Regulei a respiração outrora fadigada, filtrando o ôxigena na passagem das narinas e das brânquias adaptadas para a superfície e, trazendo o ar sem impurezas pros meus pulmões. O suor escorrecia pela minha testa sistematicamente, representando o esforço feito naquela batalha em fluídos visíveis.
  191.  
  192. Subi o olhar turvo na direção dos forasteiros, ouvindo suas palavras. Não compreendi de forma alguma a filosofia de Vitiate, porém, memorizei aquelas palavras, na intenção de lapidar meu corpo e minha mente pro futuro. Eu iria aprender o significado daquela frase. Embora, naquele momento, eu não conseguisse entender a necessidade de difamação pós-batalha. Fora uma luta justa e com a aposta das forças de ambos os lados em jogo.
  193.  
  194. Abri a boca para responder, sem hesitar:
  195.  
  196. "Sacrifício? É algo fundamental para o fim deste combate? Não consigo entender. Pelo que pude analisar até aqui, notei que um de vocês apenas se deixou levar pelo instinto sanguinário da raça Drakanite. Agiu inconscientemente e depois se arrependeu por ter cometido a atrocidade de decepar um adversário formidável.
  197. O outro aparentemente é dominado por um distúrbio de personalidade sadista, um tanto preocupante para a sociedade da superfície. Se fôssemos levar cultura daqui ao pé da letra, seria muita malvadeza fazer isto com uma mulher. No entanto, com todas as informações que possuo e toda a curta experiência que vivenciei neste mundo, ainda não pude entender o sentimento do sacrifício. Talvez seja porque não foram inseridos sentimentos em mim, quando fui criado. Então... eu precisarei de explicações."
  198. (Bellamus)
  199. [17:25:32] Nieve conseguiu se surpreender ao reunir coragem para enfrentar os dois sujeitos que supostamente prejudicavam a paz daquele lugar, e, sem pestanejar, ela assume uma posição ofensiva, coordenando sincronizadamente as videiras para protegerem os companheiros ao mesmo tempo em que realizam uma linha de defesa admirável.
  200.  
  201. "Impetus!"
  202.  
  203. Ela distribui mais um comando para os companheiros da natureza, mas, a força de ambos os sujeitos era demais para aquele trio de guerreiros. Nieve vira August tombar e isso prejudicara drasticamente o seu foco, forçando a druida a recuar para a proteção natural das árvores. Contudo, mal teve tempo de recuo quando sofrera, precisamente, um corte no busto, sendo o estopim para a desestabilização completa da magia. As videiras retrocediam para o solo e Nieve tombava, sem o poder necessário para manter o controle sobre as vinhas. Num ato instintivo um gigantesco pilar ascende do solo, apenas retardando os movimentos de Aíma por alguns segundos, por fim, desmaia. Ela estava à mercê de ambos os desconhecidos e sofria uma intensa hemorragia ao ter o braço decepado.
  204. (Nieve)
  205. [17:31:31] Simplesmente vira-se de costas... ele não queria continuar vendo tal cena horrível... ciênte do que fez, seu sangue Drakanite incontrolávem que corre em suas veias... nem mesmo controlando seu Half-shift por completo ele é capaz de conter sua brutalidade...
  206.  
  207. Ele estava indo embora sem nem sequer olhar para trás, não demonstrava tristeza em sua feição ou em seu andar, passava mais fortemente, mas no fundo ele estava triste de ter feito aquilo com eles... por mais que tivessem merecido, ele estava pronto para partir para Dragon's Peak, lá ele encontraria respostas... respostas para sua selvageria.
  208.  
  209. Se estudasse os dragões talvez pudesse entender o motivo de ser assim, ou talvez só se tornasse um com os dragões... ele busca entende-los, ele busca tornar-se um só com eles...
  210. (Kariya Aíma)
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