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- NOTAÇÃO Pessoal (é mais fácil de digitar):
- - y´t = dy/dt
- - y´´t = d²y/dt²
- - y´10´t = d¹⁰y/dt¹⁰
- - y´n´t = d^ny/d t^n
- - int(a,b) f(x) = integral de a até b de f(x)
- - int f(x) = integral de f(x)
- - i,j,k são os 3 vetores unitários no sentido x,y e z.
- - v> indica que v é um vetor (é como a setinha encima do v).
- - v>> indica que v é uma matriz de duas dimensões =].
- - [ f(x) ] (a, b) = f(a) - f(b)
- - ð(t-t0) = delta de dirac no ponto t0.
- - A @ B, denota concatenação de A e B.
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- Tabela de Transformadas Notáveis de Laplace:
- f ( t ) | L ( f )
- 1) 1 | 1/s, s>0
- 2) e^(at) | 1/(s-a), s>a
- 5) sen(at) | a/(s²+a²)
- 6) cos(at) | s/(s²+a²)
- 7) cosh(at) | s/(s²-a²), s>|a|
- 8) senh(at) | a/(s²-a²), s>|a|
- 9) Uc(t) | e^(-sc)/s
- 10) Uc(t) f(t-c) | e^(-sc) L(f(t))
- 11) e^(ct)f(t) | L(f(s-c))
- 12) f(ct)? - sei não =P
- 16) f(t)**g(t) | L(f(t)) L(g(t))
- 17) ð(t-t0) | e^(-s t0)
- 19) y' | s L(y) - y(0)
- 19) y'' | s²L(y) - s y(0) - y'(0)
- (a regra 19 no livro do professor é uma regra generica para qualquer número de derivações)
- // Ajustei a tabela com a numeração da tabela do professor.
- // Os números faltando é porque omiti o que não foi dito em aula.
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- // Na aula passada falamos de Sistemas homogeneos, com coeficientes constantes.
- // Cheguei atrazado, estamos falando de:
- Seja a ED:
- (2) X'> = A>> X>
- Onde A é a matriz de coeficientes n×n, e X tem n elementos.
- Achar soluçào na forma:
- (3) X> = ZETA> e^(rt)
- Onde ZETA> tem n elementos assim como X>.
- Para isso ser verdade na equação diferencial onde X>' é indefinido. precisamos descobrir X>':
- (4) X>' = r ZETA> e^(rt)
- // ZETA independe de dt
- (3) e (4) em (2):
- (3) é solução de (2) se somente se:
- r ZETA> e^(rt) = A>> ZETA> e^(rt)
- ou cortando o exponencial:
- A>> ZETA> = r ZETA>
- Ou ainda:
- (A>> - rI>>) ZETA> = 0
- Isso é uma verdade que já conheciamos desde gaal, a equação acima é a equação que determina os autovalores (r) e os autovetores (ZETA>) de uma Matriz A.
- // Pronto alcancei o professor, daqui pra frente vai ficar menos corrido.
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- Exercicio:
- Seja:
- (A>> - r I>>) ZETA> = 0
- Seja:
- A = | 1 -1 |
- | 1 3 |
- Determine os autovalores e autovetores que satisfazem a matriz A.
- // Lembre-se que nós não queremos a solução obvia onde ZETA> = 0>.
- Com isso podemos gerar o sistema:
- | 1-r -1 | | ZETA1 | = | 0 |
- | 1 3-r | | ZETA2 | | 0 |
- Qual condição é necessária para que essa equação tenha infinitas soluções?
- Det de "A>> - r I>>" deve ser 0.
- Para o determinante ser zero temos que (1-r) ( 3-r) -1 +1 = 0
- Ou seja:
- r² - 4r + 4 = 0
- Assim o valor do auto valor r seria um único autovalor, duas vezes igual à 2.
- Porque o Delta é igual à 0.
- E é assim que se determina um autovalor.
- Como se determina um Auto-vetor?
- É preciso descobrir para quais valores o vetor ZETA fica verdadeiro na equação:
- (A>> - r I>>) ZETA> = 0
- Substituindo o valor de r pelas raizes do polinomio que descobrimos.
- Entendido?
- Ou seja descobrir isso é muito simples. E se voce já se lembrar de Gaal é exatamente igual.
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- O professor fez 3 passos para encontrar os auto valores e os auto vetores:
- 1 seja tal equaçào (A>> -rI>>) = 0
- 2 ache r
- 3 ache ZETA
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- Observação do professor:
- (A>> - rI>>) ZETA> = 0
- Temos alguns casos:
- CASO 1: Autovalores reais e distintos:
- Tenho n Autovalores, e para cada auto valor tenho um autovetor real e distinto.
- Agora como provar que todos os vetores são linearmente independentes?
- Basta gerar uma matriz X>> formada pela concatenação de todos os Auto-vetores ou seja:
- X>> = X1> @ X2> @ X3> ... @ Xn>
- E tirar com base em X>> o wronskiano, ou seja o determinante, lembram-se? falamos disso na aula passada =P.
- (Na aula passada encontramos duas soluções de um sistema, e para cada solução de um sistema tinhamos um X> diferente.)
- (Nessa aula percebemos que cada solução X> pode ser pensado como um auto vetor, e tem um auto-valor associado.)
- Esse é o fim do caso 1 onde voce tem n soluções independentes =].
- Cada combinação linear dos autovetores te da uma nova solução para o problema e portanto quando os n vetores são LI
- Voce tem a solução geral do problema =].
- O professor falou que ele não vai pegar pesado com agente não, ao invez de pensar em X1>, X2, X3 ... etc Xn autovetores,
- ele vai limitar n = 2, ou no máxxiimo n=3
- Então basta aprendemos a idéia.
- Agora ele vai mandar um exercicio para testar isso:
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- Exercicio:
- Determine a solução geral do sistema 2x2 :
- X>' = | 1 1 | X>
- | 4 1 |
- Como começar?
- Primeiro chutamos.
- Vamos procurar por soluções do tipo:
- X> = ZETA> e^(rt)
- Para encontrar a solução precisamos substituir isso no sistema de ED original.
- Para isso vamos descobrir X>':
- X> = ZETA> e^(rt)
- X>' = r ZETA> e^(rt)
- Correto?
- // Lembrando que ZETA é um vetor de constantes.
- Substituindo:
- r ZETA> e^(rt) = | 1 1 | ZETA> e^(rt)
- | 4 1 |
- Cortanto o exponencial:
- r ZETA> = | 1 1 | ZETA>
- | 4 1 |
- Ou
- ( | 1 1 | - r | 1 0 | ) ZETA> = 0
- ( | 4 1 | | 0 1 | )
- Agora precisamos descobrir primeiro para quais valores isso vai dar uma solução diferente da obvia.
- Ou seja diferente de ZETA> = 0>
- Para isso precisamos que:
- ( | 1 1 | - r | 1 0 | ) = 0
- ( | 4 1 | | 0 1 | )
- Concordam? que aí se isso for 0, podemos multiplicar por ZETA seja ele qualquer valor que teremos 0,
- tornando a equaçào acima verdade, sem que ZETA> seja igual a 0.
- Para isso ser verdade precisamos apenas que o determinante disso seja igual à 0.
- Calculando o det:
- Det | 1-r 1 | = r² - 2 r - 3 = 0
- | 4 1-r |
- Assim os valores de r são: 3 e -1 =].
- E portanto os autovalores r1 e r2 são 3 e -1.
- Para descobrir agora os autovetores, precisamos descobrir os valores possível para ZETA> na equação:
- ( | 1 1 | - r | 1 0 | ) ZETA> = 0
- ( | 4 1 | | 0 1 | )
- Substituindo r = r1 = 3 temos o autovetor com dois valores ( ou seja de dimensão 2 )
- Isso vai me deixar com um sistema, onde ZETA1 e ZETA2 (os 2 valores do vetor ZETA>)
- São expressos um em função do outro. Ex:
- ZETA2 = 2 ZETA1
- Então voce pode escolher um valor que te agrade para ZETA1 desde que ZETA2 fique coerente.
- Não escolha ZETA1 = 0 porque isso obviamente vai zerar o resultado que queriamos evitar "ZETA> = 0>"
- O Professor escolheu: ZETA1 = 1 e ZETA2 = 2
- Assim o primeiro Autovetor X1> = ZETA> conforme calculamos acima é:
- X1> = | 1 | e^(3t)
- | 2 |
- Agora vamos calcular o segundo autovetor X2, para isso esqueça os valores de ZETA que descobrimos
- porque agora estamos falando de outros valores para ZETA.
- Vamos calcular de novo o valor de ZETA mas dessa vez partindo do autovalor r2.
- O professor calculou tudo confome fizemos da primeira vez.
- E descobriu que para o segundo auto-vetor:
- ZETA2 = -2 ZETA1
- O professor escolheu ZETA1 = 1
- E portanto:
- X2> = | 1 | e^(-t)
- | -2 |
- E pronto temos nosso 2 autovetores e 2 autovalores, agora eles são LI?
- X>> = X1> @ X2>
- E tirarmos o determinante disso, ou seja o Wronskiano, ele deverá ser diferente de 0.
- O professor testou e o determinante deu -4, ou seja diferente de 0.
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- Exemplo Seja o PVI:
- X>' = | 1 1 | X>
- | 4 1 |
- Onde: X>(0) = | 1 |
- | 2 |
- Para resolver o sistema basta usarmos a solução geral que obtivemos no exercicio anterior:
- Sabemos que a solução geral é uma combinação linear de X1> e X2> ou seja:
- X> = c1 X1> + c2 X2>
- Substituindo X>(0) = | 1 |
- | 2 |
- Teremos o valor especifico de c1 e c2 que satisfazem a equação.
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- O professor mostrou uma coisa que chama "RETRATO DE FASE" mas eu me distraí e não sei o que é isso, vamo ver:
- O professor desenhou um plano cartesiano, onde um dos eixos era X2> e o outro era X1>
- E estudou o comportamento de particulas que caminhassem por esse plano.
- Para cada posição da particula podemos pensar que as constantes c1 e c2 mudaram.
- E cada posição nesse plano consequentemente geraria uma nova solução, já que mudando os valores de c1 e c2 mudamos a combinação linear.
- Para o exemplo que o professor mostrou, ele provou que a coordenada Z ou seja o grafico da densidade desse plano tem o formato de uma Sela.
- No caso Z é expresso pelo comportamento de X1 e X2 quanto t varia nesse plano carteziano.
- Então parece que os eixos não são exatamente os eixos, eles são apenas... ah sei la depois eu penso.
- Ele mostrou como seriam formadas montanhas nesse grafico de densidade. As depressões e picos são chamadas de Nós
- Os nós depressivos são os nós Atratores.
- Os nós em picos são os nós Repulsores.
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- Exercicios:
- pg 268 - 1, 3, 7, 8.
- cap 6.6:
- pg 274 - 1, 4, 5, 9, 10, 13, 14.
- // o 1 já foi feito em sala, mas a letra c parece ainda não foi feita.
- cap 7:
- pg 280 - 7, 8, 9, 14
- // ex 7 é o Método de substituição, já foi feito em sala de aula, mas é bom refazer.
- // Esse intervalo tem vários exercicios de gaal, ele não marcou, mas se voce tiver com dificuldade pode pensar em fazer.
- cap 7.5:
- pg 309 - 1, 3, 7, 9, 11, 15, 24, 25
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- Auto-valor complexo e auto-valor repetido será falado na próxima aula.
- // Fim da aula.
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