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- Notações:
- Vetores:
- V> = vetor V.
- a>.b> = multiplicação escalar
- a>*b> = multiplicação vetorial
- a>×b> = multiplicação vetorial também.
- |d>| modulo escalar de um vetor, ou seja seu comprimento.
- se existe um vetor d>, d pode ser entendido como |d>|.
- i>, j>, k> = vetores unitários nos sentidos x,y e z respectivamente.
- // * * * * *
- Revisão de inicio de aula:
- Força Magnética:
- Fm> = q V>×B>
- - Fm> é o vetor força magnética.
- - q é a carga em movimento.
- - V> vetor velocidade.
- - B> campo magnético.
- Campo Elétrico:
- E> = k q/|d>|³ * d>
- - k = 1/4pi€
- - d> = vetor distancia entre a carga e o ponto de medição.
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- // O professor comentou sobre como nós já estudamos o efeito do campo magnetico sobre uma carga qualquer, ou mesmo sobre um fio.
- // Agora vem a questão:
- O que gera o campo magnético?
- * Cargas em Movimento *
- Essa é a única forma de se gerar Campo Magnético.
- // (Mentira! xP, mas vamos falar disso em outras aulas)
- // O professor desenhou uma carga positiva se movendo segundo uma linha no quadro, e ao redor da carga ele desenhou uma espiral
- // que era mais larga ao redor da carga e ia afinando até tocar a linha a frente e atrás da posição atual da carga.
- // Ele ainda não explicou o desenho, deve explicar assim que terminar de escrever no quadro.
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- CONCEITO:
- Para se cálcular um campo magnético gerado por um fio, em um ponto qualquer deve-se saber:
- - Corrente do fio "I".
- - Um vetor caminho que descreve o fio: r> // ou seja é uma integral de linha
- - E o angulo teta que a corrente faz com o ponto de medição.
- Então B é proporcional à I, proporcional ao tamanho do fio medido "dr", proporcional ao seno do angulo teta, e ao inverso da distancia ao quadrado.
- B =:= I dr sen<teta> / d²
- Mole?
- Isso vira uma igualdade se voce adicionar a constante: k° = M0/4pi.
- M0 é a permissividade magnética no vácuo, assim como o €0 para a permissividade elétrica.
- B = k° I dr sen<teta> / d²
- Agora vamos adicionar informação vetorial. Vamos multiplicar isto pelo vetor unitário: d>/d
- e fazer de dr o vetor dr>
- B> = k° I dr> sen<teta> d> / d³
- Por fim, vamos integrar por todo o comprimento do fio para obtermos o valor total do campo:
- B> = k° int ( I sen<teta> d> / d³ ) dr>
- Agora note que dr> * d> * sen<teta> = dr>×d>
- B> = k° int (I 1/d³ dr>×d>)
- - k° = M0/4pi
- - d> é a distancia do ponto de medida do ponto
- - dr> é uma fração infinitesímal do fio medido.
- - I é a corrente.
- /* // eu acho que tem algo errado com a integral abaixo.
- // ou ao menos não consegui chegar nela com cálculos manuais =/.
- // Então a não ser que voce queira fazer uma revisão nesse texto, ignore-a.
- Agora imagine que queremos cálcular o campo gerado por cada eletron desse fio.
- Vamos usar uma integral de linha com a fórmula do campo elétrico:
- E> = k int (q 1/d³ d>) dr>
- Note que essa integral é mto parecida com a de cima.
- */
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- Ex de cálculo:
- Qual o B> de um fio reto infinito com corrente I ?
- Considere o ponto de cálculo o ponto P
- I(r') quanto vale isso?
- ( \/ esse é o fio \/ )
- |
- |
- |
- |
- | P
- |
- |
- |
- |
- |
- Vamos considerar o eixo x,y,z dentro do fio, e para facilitar na altura de P.
- Digamos que r> tem modulo r.
- Assim o vetor posição r' = r' i>, ou seja a posição do ponto P( p, 0 ).
- r> = y j>
- - r> é o vetor caminho.
- dr> = dy j>
- I(r>) = I // Poderia haver um caso em que I dependesse de r> e não pudesse ser tirado para fora da integral, esse não é o caso.
- - I constante me relação a r>.
- Agora vamos integrando para resolver o problema.
- B> = k° int I dr> × d> / d³
- = k° int I dl> × d> / d³
- Como a corrente é constante vamos tira-la para fora:
- = k° I int -inf,+inf dy j> × d> / d³
- - d> = y j> - p i>
- = k° I int -inf,+inf dy j> × y j> - p i> / raiz(p²+y²)³
- // O professor mandou agente calcular o resto sozinhos,
- Tem dois jeitos de resolver, integrando normalmente, ou usando coordenadas polares.
- // PS: eu mesmo não consegui fazer nenhum dos dois =].
- // A resposta final é:
- B> = M0I / 2piR k>
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- Num campo magnético as linhas de força dele podem ser desenhadas como circulos ao redor do fio.
- Quanto mais distantes do fio mais espaçadas as linhas, imitando a analogia do campo magnético onde menos linhas indicam menor força do campo.
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- Campo de um dipolo Magnético.
- // No magnétismo o dipolo é ainda mais importante que no estudo do campo eletrico
- // Um exemplo que ele deu foi o de um elétron girando em torno de um núcleo de protons.
- // Isso pode ser pensado como uma corrente ao redor do núcleo.
- // Pela regra da mão direita, que também se aplica a criação dos circulos do campo magnético,
- // ele mostrou que através do anel gerado pelo eletrón é formado um campo magnetico, com um polo norte e um polo sul.
- Agora seja um eixo z com um ponto P(0,0,h) centrado nele, a uma altura h>0 e uma corrente circular de raio R ao redor do eixo na altura 0.
- considere também que vamos dar r> em função do angulo e chamaremos esse angulo de <fi>
- A corrente no caso está girando no sentido anti-horario gerando um campo magnético para cima.
- então:
- B> = k° int I dr>×d> / d³
- onde:
- P = h k>
- r> = R cos<fi> i> + R sen<fi> j>
- - R é o raio, <fi> o angulo atual do raio.
- dr> = R (-sen<fi>)(d<fi>) i> + R (cos<fi>)(d<fi>) j>
- - d<fi> apareceu pela regra da cadeia.
- d> = -R cos<fi> i> -R sen<fi> j> + h k>
- - O motivo da subtração é que d é a diferença entre P e dr>, P-dr>
- d³ = raiz( R²(cos²<fi> + sen²<fi>) + h² ) = raiz( R² + h² )
- - cos² + sen² = 1, por isso some da equação.
- dr>×d> = det| i> j> k> | = ? i> + ? j> + (R² cos² fi dfi + R² sen² fi dfi) k>
- | -R sen fi dfi R cos fi dfi 0 |
- | -R cos fi -R sen fi h |
- Agora na hora de calcular isso, nós podemos deduzir por observação que esse campo magnético resultante sera paralelo ao eixo Z.
- E portanto a componente i> e j> desse determinante vai ser zerado ao fim dos cálculos.
- Para poupar tempo o professor preferiu fingir que eles já seriam 0 agora, e cálcular apenas o componente k>
- Assim temos:
- dr>×d> = R² dfi * (cos² + sen²) k>
- - cos² + sen² = 1, então some da equação.
- Com isso em mente ele terminou a integração e deu o resultado:
- B> = k° I int ( dr>×d> ) / ( d )³
- substituindo valores:
- B> = k° I int (R² dfi k>) / (raiz(R²+h²))³
- - lembrando que k° = M0/4pi
- ou
- B> = k° I R² / raiz(R²+h²)³ k> * int dfi
- = k° I R² / raiz(R²+h²)³ k> * [fi] de 0,2pi
- = k° I R² / raiz(R²+h²)³ k> * (2pi-0)
- = M0/4pi I R² / raiz(R²+h²)³ k> 2pi
- Corta pi com pi e 1/4 vezes 2 => 1/2, e temos:
- B> = M0/2 I R² / raiz(R²+h²)³ k>
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- CONCEITO:
- Momento Magnético, sua fórmula é dada por:
- M> = I A n> (era para ter um ^ no "n", mas não consegui escrever isso encima dele)
- - I é a corrente.
- - A é a áre do circulo que delimita o fio.
- - n> ou n com ^, é o vetor normal unitário dessa área.
- Agora ele escreveu a partir da resposta do exercicio anterior um novo modo de expressar a mesma solução:
- B> = M0/2 I (pi R²) / ( pi raiz(R²+h²)³ ) k>
- - note que pi foi multiplicado encima e em baixo da fração.
- voce pode considerar que pi R² na resposta é a área A =].
- e isso multiplicado por I e k> onde k> pode ser pensado como o vetor normal unitário n>.
- temos que I (pi R²) k> = M>
- Assim podemos escrever:
- B> = M0/(2 pi) M> / raiz(R²+h²)³
- Agora na maioria das vezes esse dipolo se refere a um eletrón girando ao redor de um proton, assim R é despresível em relação a h².
- Então podemos escrever:
- B> = M0/(2 pi) * M>/h³
- // O professor entregou as provas (tirei 21,5 em 30, to até feliz)
- // E terminou a aula.
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