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- NOTAÇÃO Pessoal (é mais fácil de digitar):
- - y´t = dy/dt
- - y´´t = d²y/dt²
- - y´10´t = d¹⁰y/dt¹⁰
- - y´n´t = d^ny/d t^n
- - int(a,b) f(x) = integral de a até b de f(x)
- - int f(x) = integral de f(x)
- - i,j,k são os 3 vetores unitários no sentido x,y e z.
- - v> indica que v é um vetor (é como a setinha encima do v).
- - [ f(x) ] (a, b) = f(a) - f(b)
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- Tabela de Transformadas Notáveis até agora:
- f ( t ) | L ( f )
- 1) 1 | 1/s, s>0
- 2) e^(at) | 1/(s-a), s>a
- 3) cosh(at) | s/(s²-a²), s>|a|
- 4) senh(at) | a/(s²-a²), s>|a|
- 5) y' | s L(y) - y(0)
- 6) sen(at) | a/(s²+a²)
- 7) cos(at) | s/(s²+a²) --> acho que o professor tirou isso dos exercicios da aula passada.
- // PS: a ordem dos itens na minha tabela não está identica a ordem da tabela do professor.
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- Relembrando, a transformada de laplace é dada pela integral:
- L(f) = int (0,inf) e^(-st) f(t) dt
- Como essa integral é complicada nós usamos a tabela para anotar os resultados para cada valor possível de f(t), e na hora h só substituimos =].
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- Revisão da aula passada:
- Na aula passada aprendemos sobre a Transformada de Laplace, que é dada pela fórmula que descrevi acima.
- A transformada que para nós será mais interessante é a transformada de y', L(y'), pois ela
- é capaz de gerar a partir de uma equação diferencial uma equação comum =].
- Na aula passada começamos a preencher nossa tabela de transformadas notaveis.
- (adicionamos 6 integrais notaveis, e mais uma de um exercicio "para casa". Total: 7)
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- Na aula de hoje vamos focar na transformada de laplace da derivada segunda de uma função ou seja: L(y'') =].
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- O professor vai mostrar o valor de L(y'') com base no resultado já conhecido de L(y') =].
- // Notem que ele fará isso de forma recursiva,
- // assim se quisermos descobrir pela mesma analogia o valor de L(y''')
- // também seriamos capazes =], mas ele não vai cobrar isso.
- Pensem bem, sabendo que y'' é a derivada primeira de y', vamos chamar y' de Y.
- Então:
- Y = y'
- Assim:
- L(y'') = L(Y')
- Para resolver isso podemos usar a tabela, pois conhecemos o resultado do laplace de a derivada de uma função y' =].
- Assim L(Y') fica assim:
- L(Y') = s L (Y) - Y(0)
- Certo?
- Agora vamos substituir Y por y'
- L(y'') = s L (y') - y'(0) !
- Chegamos em algum lugar =].
- Já conhecmos o valor de L(y') segundo a tabela =].
- Substituindo L(y') por s L(y) - y(0) temos:
- L(y'') = s² L(y) - s y(0) - y'(0)
- Legal não?
- Nossa tabela então será atualizada =] veja:
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- Tabela de Transformadas Notáveis até agora:
- f ( t ) | L ( f )
- 1) 1 | 1/s, s>0
- 2) e^(at) | 1/(s-a), s>a
- 3) cosh(at) | s/(s²-a²), s>|a|
- 4) senh(at) | a/(s²-a²), s>|a|
- 5) y' | s L(y) - y(0)
- 6) sen(at) | a/(s²+a²)
- 7) cos(at) | s/(s²+a²)
- 8) y'' | s²L(y) - s y(0) - y'(0)
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- Vamos agora fazer um exercicio não só para praticar o que aprendemos.
- Vamos também chegar em um resultado para o qual precisaremos do "Método das Frações Parciais"
- (q nome horrivel =/, eu nao consigo decorar ele por nada nesse mundo, toda hora eu preciso de ler ele de novo)
- (eu só consigo pensar em "método das frações separáveis", parece tão mais normal =/)
- Exercicio 1:
- { y'' -y' -2y = 0
- { y(0) = 1, y'(0) = 0
- // O professor mostrou como resolveríamos essa equação pelo metodo da equação característica,
- // mas não quis copiar (já sabemos afinal né)
- // Logo depois ele resolveu a mesma equação usando Laplace vejam:
- Aplicando Laplace sobre os dois lados da equação:
- L(y'' -y' -2y) = L(0)
- Temos:
- L(y'') - L(y') - 2 L(y) = L(0)
- Utilizando as substituições notáveis da tabela temos:
- L(y'') = s²L(y) - s y(0) - y'(0)
- L(y' ) = s L(y) - y(0)
- L(y ) = L(y)
- Então teremos:
- (s²L(y) - s y(0) - y'(0)) - ( s L(y) - y(0)) - 2 L(y) = L(0)
- Agora substituindo os y(0) = 1 e y'(0) = 0 temos:
- (s²L(y) - s ) - ( s L(y) - 1 ) - 2 L(y) = 0
- Colocando tudo em função de L(y):
- L(y) (s² -s -2) -s + 1 = 0
- L(y) (s² -s -2) = s - 1
- Vamos isolar L(y) com o valor:
- L(y) = (s-1) / (s² -s -2)
- Agora para resolver e descobrir o valor de y vamos usar a transformada inversa de laplace L⁻¹() :
- y = L⁻¹( (s-1) / (s² -s -2) )
- Porém essa transformada reversa não está na nossa tabela, o que fazer nesse caso?
- É para isso que vamos usar o "Método das Frações Parciais"
- Vamos falar dele na seção abaixo:
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- INICIO DA EXPLICAÇÃO SOBRE FRAÇÕES PARCIAIS
- // Se voce já sabe bem isso pode pular essa seção até a parte "FIM DA EXPLICAÇÃO DE FRAÇÕES PARCIAIS"
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- // Atenção, a explicação abaixo é uma gambiarra minha =].
- // Eu acho esse método bem confuso de explicar, e as explicações que vi na internet são assustadoras,
- // Então criei minha própria explicação, porém, eu sou ruim em usar Frações Parciais, então não ficou lá muito perfeito.
- // Pelo menos acho que eu fiz a explicação mais sucinta possível.
- CONCEITO:
- O método das frações parciais é um método para trocar uma fração que tem um denominador
- muito complexo por uma soma de outras frações com denominadores menos complexos.
- Bem o método é o seguite.
- Se voce tem uma equação na forma 1/P(x) e P(x) tem um grau >= 2,
- Seja F1(x)*F2(x) = P(x)
- (dois fatores de P)
- O método garante que existe:
- p(x)/F1 + g(x)/F2 tal que isso seja igual à 1/P(x)
- Uma vez encontrados F1 e F2 (usando métodos do ensino médio)
- deve-se chutar valores para p(x) e g(x) que tornem a igualdade verdade.
- MACETES:
- 1) Chute P(x) e G(x) na forma de polinomios com coeficientes não definidos, exemplo: Ax² + Bx + C
- 2) Simplifique a equação para fazer as contas veja como:
- 1/P = p/F1 + g/F2
- 1/P = p F2 / F1 F2 + g F1 / F1 F2
- 1/P = p F2 / P + g F1 / P
- 1 = p F2 + g F1
- 3) Divida a equação por "grau"
- Re-escrevendo a equação acima, e supondo:
- p F2 = As + B
- g F1 = Cs + D
- Deixando a eq. assim: 1 = As + B + Cs + D
- Para o grau 1 a equação ficaria:
- 0 = As + Cs
- Para grau 0:
- 1 = B + D
- E a partir disso resolva o sistema.
- 4) Se F1 tem grau N chute p(x) com grau N-1, e o mesmo para F2 e g(x)
- 5) Se voce quer simplificar várias vezes (ou seja quebrar em várias frações com denominadores da forma F1,F2,F3,F4 etc..)
- decore os exemplos do professor que são mais escalaveis ou repita esse processo mais de uma vez.
- 6.1) Se voce tem algo do tipo (x-1) / P(x) e quer simplificar escreva:
- (x-1) * 1/P(x),
- simplifique 1/P(x) para p/F1 + g/F2 e substitua:
- (x-1) ( p/F1 + g/F2 )
- Assim o método fica mais geral.
- 6.2) Uma alternativa é deixar o x-1 no lugar onde ele estava, e chutar p e g considerando isso.
- // E essa uma centena e meia de macetes é o motivo de eu achar esse método tão complicado de explicar =/.
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- Continuando o exercicio e dando o primeiro exemplo de uso de Frações parciais:
- Temos a fração (s-1)/(s²-s-2).
- Vou tentar usar primeiro o MACETE (6.1) que citei acima
- Vamos decompor a fração em (s-1) * 1/(s²-s-2)
- E simplificar 1/(s²-s-2) pelo método das frações parciais:
- Queremos encontrar uma soma de duas frações onde os denominadores sejam mais simples.
- Seguindo a idéia das frações parciais queremos encontrar:
- p(s) / FatorDe(s²-s-2) + g(s)/OutroFatorDe(s²-s-2) = 1/(s²-s-2)
- Vamos começar descobrindo os fatores:
- As raizes de s²-s-2 pelo teorema de Bhaskara são 2 e -1.
- Assim temos dois fatores do polinomio que são (s-2) e (s+1)
- Nossa formula fica:
- 1/(s²-s-2) = P(s) / (s-2) + G(s) / (s+1)
- Agora tenho de inventar um valor p(s) e g(s)
- Vamos simplificar o formato da igualdade:
- 1/(s²-s-2) = P(s)(s+1)/(s²-s-2) + G(s)(s-2)/(s²-s-2)
- Agora vamos cortar (s²-s-2) dos dois lados:
- 1 = P(s)(s+1) + G(s)(s-2)
- como o lado esquerdo tem grau 0, vamos deixar o p e g com grau 0 também e ver no que dá.
- Seja P(s) = A, G(s) = B, para quais valores de A e B a equação seria verdadeira?
- 1 = A(s+1) + B(s-2)
- Colocando em função de s:
- 1 = (A+B) s + A - 2B
- Assim fica fácil ver que podemos criar um sistema, onde (A+B) tem que ser igual a 0, e A-2B tem de ser igual a 1.
- { A+ B = 0
- { A-2B = 1
- Concluímos que:
- A = 1/3
- B = -1/3
- Se nossos calculos estiverem certos:
- 1/(s²-s-2) = A/(s-2) + B/(s+1)
- ou
- 1/(s²-s-2) = 1/3 * 1/(s-2) - 1/3 * 1/(s+1)
- E portanto a resposta do nosso problema fica:
- (s-1)/(s²-s-2) = (s-1) ( 1/3 1/(s-2) - 1/3 1/(s+1)
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- Agora vou resolver de novo o problema pelo MACETE (6.2)
- // O professor usou o 6.2 e não o 6.1 para resolver esse exercicio.
- Seja a igualdade:
- (s-1)/(s²-s-2) = p(s)/(s-2) - g(s)/(s+1)
- Para quais valores de p e s isso será verdadeiro?
- Chutando p = A e g = B e simplificando a igualdade temos:
- s-1 = A (s+1) + B (s-2)
- Separando por "grau" temos um sistema de duas equações:
- { A+B = 1
- { A-2B = -1
- Resolvendo o sistema:
- A = 1/3
- B = 2/3
- Por fim a nova equação fica:
- (s-1)/(s²-s-2) = 1/3 * 1/(s-2) + 2/3 * 1/(s+1)
- Bem agora que temos dois valores mais simples para podemos tentar aplicar o laplace.
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- FIM DA EXPLICAÇÃO DE FRAÇÕES PARCIAIS
- Voltando finalmente ao exercicio:
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- Pelo método das frações parciais descobrimos que:
- L(y) = (s-1) / (s²-s-2) = 1/3 * 1/(s-2) + 2/3 * 1/(s+1)
- Certo?
- ou seja:
- L(y) = 1/3 * 1/(s-2) + 2/3 * 1/(s+1)
- Aplicando a inversa de laplace:
- y = 1/3 L⁻¹(1/(s-2)) + 2/3 L⁻¹(1/(s+1))
- E voilá! agora ficou fácil usar a tabela certo?
- Re-copiando a tabela para ficar mais fácil de ver
- f ( t ) | L ( f )
- 1) 1 | 1/s, s>0
- 2) e^(at) | 1/(s-a), s>a
- 3) cosh(at) | s/(s²-a²), s>|a|
- 4) senh(at) | a/(s²-a²), s>|a|
- 5) y' | s L(y) - y(0)
- 6) sen(at) | a/(s²+a²)
- 7) cos(at) | s/(s²+a²)
- 8) y'' | s²L(y) - s y(0) - y'(0)
- Notem que L⁻¹(1/(s-2)) se parece com 1/(s-a) que é e^(at) que é e^(2t)
- E notem que L⁻¹(1/(s+1)) também se parece com isso e no caso fica: e^(-t)
- Voltando para a equação original:
- y = 1/3 L⁻¹(1/(s-2)) + 2/3 L⁻¹(1/(s+1))
- Fica:
- y = 1/3 e^(2t) + 2/3 e^(-t)
- E eis nossa resposta.
- (finalmente!)
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- O professor deu um outro exemplo de Frações Parciais, o exemplo tinha o denominador era da forma:
- f(s) / (s³ - s² + s - 1)
- Não anotei o f(s) (nao sei porque =P)
- Em casa fiz um exercicio e considerei f(s) = s³ - s + 1, deu certo com o meu método =],
- mas deu um sistema com um tanto de variáveis.
- NOTA: (s³ - s² + s - 1) = (s-1)(s² + 1)
- // Se quiser façam voces mesmos pra praticar.
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- Duas lições nestes últimos exercicios:
- 1) Devemos aprender a usar o método das frações parciais
- 2) Nem tudo que voce quer a transformada inversa esta bonitinho na tabela, as vezes voce tem que dar um jeito de encaixar.
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- EXPLICAÇÃO DA FUNÇÃO DEGRAU
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- CONCEITO:
- Função degrau é uma função com o formato de um degrau.
- Ou seja ela é 0 até o instante c e é 1 a partir daí como se houvesse um degrau no ponto c.
- A notação para expressa-la é: Uc(t)
- Onde c indica a posição do degrau.
- Formalmente:
- Uc(t) = { 0 se t < c
- { 1 se t >= c
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- Para que se usa a função degrau?
- Imagine um sistema massa-mola que recebe um cutucão no instante c, ou seja muita força em um intervalo insignificante.
- Para indicar esse tipo de impacto unitário instantaneo utilizamos a função degrau unitário Uc(t)
- Essa função é tal que no instante até o instante c ela vale 0, no instante c e para todo instante t>c ela vale 1.
- Ou seja no grafico ela fica como um degrau literalmente.
- Uc(t) = { 0 se t < c
- { 1 se t >= c
- Exemplo de uso da função degrau:
- Ex:
- Queremos expressar uma função que é 1 até o ponto t=2 e 0 para os pontos t = 2 e t> 2
- como expressar isso utilizando uma função Uc(t)?
- Para começar seja c = 2, ou seja o ponto de transição.
- Se voce olhar essa função causa o efeito reverso do desejado, ao inves de decrementar 1 ela incrementa 1.
- Como inverter esse efeito?
- É só multiplicar U2(t) por -1 ou seja -U2(t).
- Mas essa função ainda não expressa a função que desejavamos né?
- Como fazer?
- Some 1 a função para que ela seja 1 antes do ponto 2 e seja 0 a partir daí.
- Assim a função desejada era:
- f(t) = 1 - U2(t)
- ficou claro?
- Com isso conseguimos expressar qualquer cutucão repetintino de uma valor em um grafico.
- Se o cutucão for muito forte podemos multiplicar U2(t) por algum valor grande para indicar quantas unidades foram alteradas naquele instante.
- Esse método se aplica à quaisquer funções continuas por partes.
- O professor passou alguns exercicios para entendermos melhor o funcionamento disso, eles são:
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- Exercicio 2:
- Descreva f em termos de Uc(t):
- Função f = { 0, t<pi
- { 1, pi <= t < 2pi
- { 0, t>= 2pi
- Resposta:
- f(t) = Upi(t) - U2pi(t), bem simples.
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- Exercicio 3:
- Descreva f em termos de Uc(t):
- Função f = { até 1 = 2
- { de 1 até 2 = 2
- { de 2 pra frente = -1
- Resposta:
- f(t) = 2 + 3U1(t) - 6U2(t)
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- Agora voltando ao assunto corrente, vamos descobrir L( Uc(t) )?
- L(Uc(t)) = int (0,inf) e^(-st) Uc(t) dt
- Isso é equivalente à:
- L(Uc(t)) = int (c,inf) e^(-st) dt
- Concordam?
- Aplicando o limite para transformar isso em uma integral definida:
- L(Uc(t)) = lim b->inf [ int (c,b) e^(-st) dt ]
- Integrando:
- L(Uc(t)) = lim b->inf [ [-e^(-st)/s] (c, b) ] =
- L(Uc(t)) = lim b->inf [ e^(-sc)/s - e^(-sb)/s ] para s>0.
- Aplicando o limite:
- L(Uc(t)) = e^(-sc)/s - 0
- Ou seja:
- L(Uc(t)) = e^(-sc)/s
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- Tabela de Transformadas Notáveis até agora:
- f ( t ) | L ( f )
- 1) 1 | 1/s, s>0
- 2) e^(at) | 1/(s-a), s>a
- 3) cosh(at) | s/(s²-a²), s>|a|
- 4) senh(at) | a/(s²-a²), s>|a|
- 5) y' | s L(y) - y(0)
- 6) sen(at) | a/(s²+a²)
- 7) cos(at) | s/(s²+a²)
- 8) y'' | s²L(y) - s y(0) - y'(0)
- 9) Uc(t) | e^(-sc)/s
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- Mais exemplos de uso de Uc(t):
- Vamos deslocar uma função f(t) que só tem valor para t>0.
- Porém vamos deslocar ela de c unidades de forma que a nova função g(t) fique na forma:
- g(t) = { 0 se t<c
- { f(t-c) se t>=c
- como escrever essa função em termos de Uc(t)?
- Resposta:
- g(t) = Uc(t) f(t-c)
- legal a idéia né?
- Assim voce garante que para valores menores que o deslocamento a função será 0, representando corretamente a função f deslocada.
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- Agora seja outra função:
- considerando t>=0,
- g(t) = { 0 se t < pi/4
- { sen(t-pi/4) t >= pi/4
- Como expressa-la em função de Uc(t)?
- Resposta:
- g(t) = Upi/4(t) sen(t-pi/4)
- Fácil também né?
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- Agora vamos dizer o motivo desse dois últimos exemplos.
- Ou melhor como eles estão relacionados com a aula.
- É fácil fazer a transformada desse produto =].
- L(Uc(t) f(t-c)) = int (c,inf) e^(-st) f(t-c) dt
- Concordam?
- Vamos decompor e^(-st) em
- e^(-st+sc) * e^(-sc)
- ou escrevendo de outra forma:
- e^(-s(t-c)) * e^(-sc)
- Substituindo fica assim:
- L(Uc(t) f(t-c)) = int (0,inf) e^(-s(t-c)) e^(-sc) f(t-c) dt
- Como e^(-sc) independe de t podemos jogar para fora da integral:
- L(Uc(t) f(t-c)) = e^(-sc) int (c,inf) e^(-s(t-c)) f(t-c) dt
- Agora notem que as funções dentro da integral estão deslocadas de c posições.
- Porém isso é irrelevante já que o somatório vai até infinito, então seria razoavel des-desloca-las para traz veja como ficaria:
- L(Uc(t) f(t-c)) = e^(-sc) int (0,inf) e^(-st) f(t) dt
- Agora notem que essa integral é o laplace de f(t)
- Podemos então re-escrever na forma:
- L(Uc(t) f(t-c)) = e^(-sc) L(f(t))
- * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *
- Tabela de Transformadas Notáveis até agora:
- f ( t ) | L ( f )
- 1) 1 | 1/s, s>0
- 2) e^(at) | 1/(s-a), s>a
- 3) cosh(at) | s/(s²-a²), s>|a|
- 4) senh(at) | a/(s²-a²), s>|a|
- 5) y' | s L(y) - y(0)
- 6) sen(at) | a/(s²+a²)
- 7) cos(at) | s/(s²+a²)
- 8) y'' | s²L(y) - s y(0) - y'(0)
- 9) Uc(t) | e^(-sc)/s
- 10) Uc(t) f(t-c) | e^(-sc) L(f(t))
- // Lembrando que eu não garanto que a ordem dos itens nessa tabela é identica a do professor.
- * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *
- // fim da aula.
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