Bananaware

lógica lista 1

May 4th, 2014
88
0
Never
Not a member of Pastebin yet? Sign Up, it unlocks many cool features!
text 7.73 KB | None | 0 0
  1. // @author Jorge Luiz
  2. // lista 2: http://pastebin.com/AWJJXLjg
  3.  
  4. Exercício 1. (De [1]) Simplificar as seguintes fórmulas, removendo os parênteses
  5. desnecessários:
  6.  
  7. a) (p → (q → (p ˄ q)))
  8. (p → (q → p ˄ q))
  9. (p → q → p ˄ q)
  10. p → q → p ˄ q
  11.  
  12. b) ¬(p ˅ (p ˄ q))
  13. ¬(p ˅ p ˄ q )
  14.  
  15.  
  16. c) ¬(p ˄ (p ˅ q))
  17. Não podem ser removidos parênteses.
  18.  
  19.  
  20. d) ((p ˅ (p → q)) → q)
  21. (p ˅ (p → q) → q)
  22. p ˅ (p → q) → q
  23.  
  24.  
  25.  
  26. Exercício 2. (De [1]) Adicionar os parênteses às seguintes fórmulas para que fiquem de
  27. acordo com as regras de formação:
  28.  
  29. a) ¬p → q
  30. (¬p → q)
  31.  
  32.  
  33. b) p → q → r → p ˄ q ˄ r
  34. p → q → r → (p ˄ q) ˄ r
  35. p → q → r → ((p ˄ q) ˄ r)
  36. p → q → (r → ((p ˄ q) ˄ r))
  37. p → (q → (r → ((p ˄ q) ˄ r)))
  38. (p → (q → (r → ((p ˄ q) ˄ r))))
  39.  
  40.  
  41. c) p ˄ ¬q ˅ r ˄ s
  42. (p ˄ ¬q) ˅ r ˄ s
  43. (p ˄ ¬q) ˅ (r ˄ s)
  44. ((p ˄ ¬q) ˅ (r ˄ s))
  45.  
  46.  
  47. d) p ˄ ¬(p → ¬q) ˅ ¬q
  48. (p ˄ ¬(p → ¬q)) ˅ ¬q
  49. ((p ˄ ¬(p → ¬q)) ˅ ¬q)
  50.  
  51.  
  52.  
  53. Exercício 3. (De [1]) Dar o conjunto de subfórmulas das fórmulas a seguir. Notar que
  54. os parênteses implícitos são fundamentais para decidir quais são as subfórmulas:
  55.  
  56. a) (¬p → q)
  57. {¬p→q} U Subf(¬p) U Subf(q)
  58. {¬p→q, ¬p, q} U Subf(p)
  59. {¬p→q, ¬p, q, p}
  60.  
  61.  
  62. b) (p → (q → (r → ((p ˄ q) ˄ r))))
  63. // define: p→q→r→p˄q˄r = fB
  64. {fB} U Subf(p) U Subf(q→(r→((p˄q)˄r)))
  65. {fB, p, q→r→p˄q˄r} U Subf(q) U Subf(r→((p˄q)˄r))
  66. {fB, p, q→r→p˄q˄r, q, r→p˄q˄r} U Subf(r) U Subf((p˄q)˄r)
  67. {fB, p, q→r→p˄q˄r, q, r→p˄q˄r, r, p˄q˄r} U Subf(p˄q) U Subf(r)
  68. {fB, p, q→r→p˄q˄r, q, r→p˄q˄r, r, p˄q˄r, p˄q, r} U Subf(p) U Subf(q)
  69. {fB, p, q→r→p˄q˄r, q, r→p˄q˄r, r, p˄q˄r, p˄q, r, p, q}
  70. {fB, p, q→r→p˄q˄r, q, r→p˄q˄r, r, p˄q˄r, p˄q}
  71.  
  72.  
  73. c) ((p ˄ ¬q) ˅ (r ˄ s))
  74. // define: p˄¬q˅r˄s = fC
  75. {fC} U Subf(p˄¬q) U Subf(r˄s)
  76. {fC, p˄¬q, r˄s} U Subf(p) U Subf(¬q) U Subf(r) U Subf(s)
  77. {fC, p˄¬q, r˄s, p, ¬q, r, s} U Subf(q)
  78. {fC, p˄¬q, r˄s, p, ¬q, r, s, q}
  79.  
  80.  
  81. d) ((p ˄ ¬(p → ¬q)) ˅ ¬q)
  82. // define: p˄¬(p→¬q)˅¬q = fD
  83. {fD} U Subf(p˄¬(p→¬q)) U Subf(¬q)
  84. {fD, p˄¬(p→¬q), ¬q} U Subf(p) U Subf(¬(p→¬q)) U Subf(q)
  85. {fD, p˄¬(p→¬q), ¬q, p, ¬(p→¬q), q} U Subf(p→¬q)
  86. {fD, p˄¬(p→¬q), ¬q, p, ¬(p→¬q), q, p→¬q} U Subf(p) U Subf(¬q)
  87. {fD, p˄¬(p→¬q), ¬q, p, ¬(p→¬q), q, p→¬q, p, ¬q} U Subf(q)
  88. {fD, p˄¬(p→¬q), ¬q, p, ¬(p→¬q), q, p→¬q, p, ¬q, q}
  89. {fD, p˄¬(p→¬q), ¬q, p, ¬(p→¬q), q, p→¬q}
  90.  
  91.  
  92.  
  93. Exercício 4. (De [1]) Calcular a complexidade de cada fórmula do exercício anterior.
  94. Notar que a posição exata dos parênteses não influencia a complexidade da fórmula!
  95.  
  96. a) (¬p → q)
  97. 1 + |¬p| + |q|
  98. 1 + 1 + |p| + 1
  99. 1 + 1 + 1 + 1
  100. 4
  101.  
  102.  
  103. b) (p → (q → (r → ((p ˄ q) ˄ r))))
  104. 1 + |p| + |q→(r→((p˄q)˄r))|
  105. 1 + 1 + 1 + |q| + |r→((p˄q)˄r)|
  106. 1 + 1 + 1 + 1 + 1 + |r| + |(p˄q)˄r|
  107. 1 + 1 + 1 + 1 + 1 + 1 + 1 + |p˄q| + |r|
  108. 1 + 1 + 1 + 1 + 1 + 1 + 1 + 1 + |p| + |q| + 1
  109. 1 + 1 + 1 + 1 + 1 + 1 + 1 + 1 + 1 + 1 + 1
  110. 11
  111.  
  112.  
  113. c) ((p ˄ ¬q) ˅ (r ˄ s))
  114. 1 + |p˄¬q| + |r˄s|
  115. 1 + 1 + |p| + |¬q| + 1 + |r| + |s|
  116. 1 + 1 + 1 + 1 + |q| + 1 + 1 + 1
  117. 1 + 1 + 1 + 1 + 1 + 1 + 1 + 1
  118. 8
  119.  
  120.  
  121. d) ((p ˄ ¬(p → ¬q)) ˅ ¬q)
  122. 1 + |p˄¬(p→¬q)| + |¬q|
  123. 1 + 1 + |p| + |¬(p→¬q)| + 1 + |q|
  124. 1 + 1 + 1 + 1 + |p→¬q| + 1 + 1
  125. 1 + 1 + 1 + 1 + 1 + |p| + |¬q| + 1 + 1
  126. 1 + 1 + 1 + 1 + 1 + 1 + 1 + |q| + 1 + 1
  127. 1 + 1 + 1 + 1 + 1 + 1 + 1 + 1 + 1 + 1
  128. 10
  129.  
  130.  
  131.  
  132. Exercício 5. (De [1]) Definir por indução sobre a estrutura das fórmulas a função
  133. atomos(A), que retorna o conjunto de todos os átomos que ocorrem na fórmula A. Por
  134. exemplo, atomos(p ˄ ¬(p → ¬q) ˅ ¬q) = {p, q}.
  135.  
  136. 1. Caso base: Se A = p, atomos(p) = {p} para toda fórmula atômica p
  137. 2. Caso A = ¬B, atomos(¬B) = atomos(B)
  138. 3. Caso A = B˄C, atomos(B˄C) = atomos(B) U atomos(C)
  139. 4. Caso A = B˅C, atomos(B˅C) = atomos(B) U atomos(C)
  140. 5. Caso A = B→C, atomos(B→C) = atomos(B) U atomos(C)
  141.  
  142. ou
  143.  
  144. 3. Para ○ E {˄,˅,→}, caso A = B○C, atomos(B○C) = atomos(B) U atomos(C)
  145.  
  146.  
  147.  
  148. Exercício 6. (De [1]) Classificar as fórmulas a seguir de acordo com sua satisfazibilidade,
  149. validade, falsificabilidade ou insatisfazibilidade:
  150.  
  151. a) (p → q) → (q → p)
  152.  
  153. p q p→q q→p (p→q)→(q→p)
  154. 0 0 1 1 1
  155. 0 1 1 0 0
  156. 1 0 0 1 1
  157. 1 1 1 1 1
  158.  
  159. satisfazível e falsificável
  160.  
  161.  
  162. b) (p ˄ ¬p) → q
  163.  
  164. p q ¬p p˄¬p (p˄¬p)→q
  165. 0 0 1 0 1
  166. 0 1 1 0 1
  167. 1 0 0 0 1
  168. 1 1 0 0 1
  169.  
  170. válida (e portanto satisfazível)
  171.  
  172.  
  173. c) ¬(p → p ˅ q)
  174. p q p˅q p→p˅q ¬(p→p˅q)
  175. 0 0 0 1 0
  176. 0 1 1 1 0
  177. 1 0 1 1 0
  178. 1 1 1 1 0
  179.  
  180. insatisfazível (e portanto falsificável)
  181.  
  182.  
  183. d) ((p → q) ˄ (r → q)) → (p ˅ r → q)
  184. p q r p˅r p→q r→q (p→q)˄(r→q) p˅r→q ((p→q)˄(r→q))→(p˅r→q)
  185. 0 0 0 0 1 1 1 1 1
  186. 0 0 1 1 1 0 0 0 1
  187. 0 1 0 0 1 1 1 1 1
  188. 1 0 0 1 0 1 0 0 1
  189. 0 1 1 1 1 1 1 1 1
  190. 1 0 1 1 0 0 0 0 1
  191. 1 1 0 1 1 1 1 1 1
  192. 1 1 1 1 1 1 1 1 1
  193.  
  194. válida (e portanto satisfazível)
  195.  
  196.  
  197.  
  198. Exercício 7. (Adaptado de [2]) Seja V uma valoração tal que V (p → q) = 1, o que
  199. pode-se concluir a respeito dos resultados da valoração V ((p ˅ r) → (q ˅ r))? E se
  200. V (p → q) = 0?
  201.  
  202. Resposta: 1.1 - Se V(p→q) = 1, então ou p = 0 ou p, q = 1.
  203. Se p = 0, então claramente a valoração de (p˅r)→(q˅r) será 1 a não ser que r = 1.
  204. Porém, se r = 1, então (p˅r) = 1 e (q˅r) = 1, portanto (p˅r)→(q˅r) = 1.
  205. 1.2 - Se p = 1, sabemos que q = 1 também, caso contrário V(p→q) seria 0.
  206. Portanto, se p = 1 e q = 1, claramente (p˅r) = 1 e (q˅r) = 1 e (p˅r)→(q˅r) = 1.
  207.  
  208. Conclusão: se V(p→q) = 1, então V((p˅r)→(q˅r)) também = 1. (consequência lógica)
  209.  
  210. 2 - Se V(p→q) = 0, então necessariamente p = 1 e q = 0.
  211. Neste caso, a valoração da fórmula depende da valoração de r. Demonstração:
  212. Para r = 0: ((p ˅ r) → (q ˅ r))
  213. ((1 ˅ 0) → (0 ˅ 0))
  214. 1 → 0
  215. 0
  216. Para r = 1: ((p ˅ r) → (q ˅ r))
  217. ((1 ˅ 1) → (0 ˅ 1))
  218. 1 → 1
  219. 1
  220.  
  221.  
  222.  
  223. Exercício 8. Sem usar tabela-verdade, argumente o porquê de (p ˄ q ˄ r ˄ s) → s ser
  224. uma tautologia.
  225.  
  226. Resposta: Pela definição de →, a única maneira de falsificar a fórmula é se (p˄q˄r˄s) = 1 e s = 0.
  227. Porém, para que (p˄q˄r˄s)=1, é necessário que s = 1.
  228. Como s não pode assumir os valores de 0 e 1 ao mesmo tempo, a fórmula é uma tautologia.
  229.  
  230.  
  231.  
  232. Exercício 9. Se A é uma tautologia então o que concluímos de ¬A? Argumente sobre isso.
  233.  
  234. Resposta: ¬A é insatisfazível, pois A ser uma tautologia implica que A = 1 para qualquer valoração.
  235. Se A = 1 para qualquer valoração e ¬1 = 0, então ¬A = 0 para qualquer valoração.
Advertisement
Add Comment
Please, Sign In to add comment