VinBR

PO - 16/10/2012

May 28th, 2013
75
0
Never
Not a member of Pastebin yet? Sign Up, it unlocks many cool features!
text 5.38 KB | None | 0 0
  1. # # # # # # # # # # # # #
  2. # Pesquisa Operacional #
  3. # Prof. Alexandre Cunha #
  4. # notasdogarcia.blog.com #
  5. # # # # # # # # # # # # #
  6.  
  7. Hoje vamos falar de uma versão um pouco mais complexa de Programas de Programação Lineares
  8.  
  9. Método Simplex para PPPL c/ variáveis canalizadas. (foi o que eu li)
  10.  
  11. min cTx
  12. Ax = b
  13. l <= x <= u
  14. // l, x e u são vetores
  15.  
  16. l,u € R^n
  17. // Notem que o limite inferior pode agora ser menor que 0.
  18.  
  19. Agora nosso x não é maior que 0.
  20. Ele tem agora um intervalo.
  21.  
  22. Então veja, temos m restrições em Ax = b.
  23.  
  24. Precisamos de n-m novas restrições para somando termos uma solução para um problema de n variáveis.
  25.  
  26. Em l <= x <= u diferentemente de x >= 0 temos 2n possíveis restrições e não n.
  27.  
  28. A única mudança efetiva no problema na verdade,
  29. é a interpretação que damos à uma solução básica.
  30.  
  31. Ou seja uma vez que tivermos uma solução básica viável.
  32. O nosso caminhamento deve levar em conta não apenas a não negatividade das variáveis mas também
  33. as limitações superiores e inferiores do problema.
  34.  
  35. Em outras palavras, não mudou quase nada, além do teste da razão.
  36.  
  37. Assim quando eu quiser trocar a variável xi preciso considerar apenas as trocas em que xi não ultrapasse o limite ui associado.
  38.  
  39. E mais, agora não podemos simplesmente assumir que todas as não básicas tem um mesmo valor = 0.
  40. Uma não básica pode ter tanto o valor de li quanto o valor ui.
  41.  
  42. * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *
  43.  
  44. Vamos falar então das trocas de variáveis básicas e não-básicas.
  45.  
  46. Antes sempre pensavamos que a variável não-básica xi que entraria na base iria ter seu valor aumentado.
  47. E não poderia aumentar de mais ao ponto que outra variável fosse ficar negativa.
  48.  
  49. Agora temos os dois casos, variáveis não-básicas igualadas ao seu limite inferior 'li'
  50. se comportarão como antigamente, ao sairem das não-básicas seu valor irá ou aumentar ou permanscer o mesmo.
  51.  
  52. Porém com variáveis não básicas igualadas à ui, estarão limitadas superiormente.
  53. E portanto seu valor só podera ser reduzido ou mantido igual no momento em que ela se tornar básica.
  54. Nesse caso o teste da razão deverá selecionar a restrição que menos reduzir o valor de xi.
  55.  
  56. Última nota importante:
  57. Agora restrições cujo coeficiente de xi for positivo não são mais automaticamente eliminadas das possibilidades.
  58. Temos agora de ver caso a caso.
  59.  
  60. - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
  61.  
  62. Seja o problema:
  63.  
  64. max 27 - 1/2 x5 + 1/2 x3
  65.  
  66. x1 = 4 - x3 (restrição vertical no plano cartesiano)
  67. x4 = 6 + x5 - 3 x3 (restrição horizontal no plano cartesiano)
  68. x2 = 3 - 1/2 x5 + 3/2 x3 (restrição diagonal no plano cartesiano)
  69.  
  70. l <= x1,x2,x3,x4,x5 <= u
  71. x3 = l, x5 = l
  72.  
  73. No caso vamos dizer que o intervalo de variação de todas as variáveis é igual, ele poderia ser especifico.
  74.  
  75. Nossas não básicas são as que tem o valor fixo, x3 e x5, as básicas são as demais.
  76. Caso l seja igual à 0, e u seja infinito, nosso problema é identico aos problemas que já sabemos resolver.
  77. Inclusive é o mesmo problema que usamos em uma aula anterior.
  78.  
  79. Uma outra configuração das não básicas seria:
  80.  
  81. max 27 - 1/2 x5 + 1/2 x3
  82.  
  83. x1 = 4 - x3 (restrição vertical no plano cartesiano)
  84. x4 = 6 + x5 - 3 x3 (restrição horizontal no plano cartesiano)
  85. x2 = 3 - 1/2 x5 + 3/2 x3 (restrição diagonal no plano cartesiano)
  86.  
  87. l <= x1,x2,x3,x4,x5 <= u
  88. x3 = l
  89. x5 = u
  90.  
  91. Trocar x3 com x1 tem várias possibilidades:
  92.  
  93. ... xxx ...
  94.  
  95. * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *
  96.  
  97. Mudamos um pouco o assunto.
  98.  
  99. Voltamos a falar do assunto da aula passada sobre a decomposição de D. Wolfe.
  100.  
  101. O professor vai dar um exemplo de aplicação desse método.
  102.  
  103. Tenho várias placas de metal de comprimento w.
  104.  
  105. Eu revendo as placas após corta-las verticalmente.
  106.  
  107. Eu tenho que produzir:
  108.  
  109. i=1 -> b1 = 10 placas, l = 3 metros
  110. i=2 -> b1 = 7 placas, l = 4,5 metros
  111. i=3 -> b1 = 11 placas, l = 2 metros
  112.  
  113. Seja w = 7.
  114.  
  115. Então eu tenho 3 restrições e meu objetivo é minimizar,
  116. o número de placas gastas.
  117.  
  118. Note que uma mesma placa de 7 m pode ser cortada de várias formas:
  119.  
  120. 3m,3m
  121. 4.5m,2m
  122.  
  123. E aí vai mas sempre desperdiçando um pouquinho.
  124.  
  125. Bem ele mostrou como construir o problema e mostrou que há uma variável inteira.
  126. Isso é um problema porque não sabemos mecher com isso ainda.
  127.  
  128. Como contornar isso? vamos folgar um pouco nosso problema.
  129. E assumir que essa variável inteira possa ser real.
  130.  
  131. Bem eu continuaria, mas a aula já está no fim e a bateria do pc também.
  132.  
  133. * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *
  134.  
  135. // Fim da aula!
Advertisement
Add Comment
Please, Sign In to add comment